sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Manual de Redação - siglas

 Siglas das Pró-Reitorias, Faculdades, Institutos, Órgãos e Outros Setores da Universidade:*



AAMPA: Associação de Antigos Alunos Maristas de Porto Alegre

ADPPUC: Associação dos Docentes e Pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

AGT: Agência de Gestão Tecnológica e de Propriedade Intelectual

CAIM: Centro Acadêmico 1º de Maio

CAMC: Centro Acadêmico Maurício Cardoso

CIE/PUCRS: Centro de Informática e Educação/PUCRS

CIME: Congresso Internacional Marista de Educação

COCEP: Conselho de Coordenação de Ensino e Pesquisa

CPCN: Centro de Pesquisas e Conservação da Natureza Pró-Mata

CPGEC: Curso de Pós-Graduação da Engenharia Civil

DCE: Diretório Central de Estudantes

DEE/PUCRS: Departamento de Engenharia Elétrica da Faculdade de Engenharia da PUCRS

DFE: Departamento de Fundamentos da Educação

DMTE: Departamento de Métodos e Técnicas de Ensino

EAD: Educação a Distância

EDIPUCRS: Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

FACED: Faculdade de Educação

FAUPUCRS: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

FACE: Faculdade de Ciências Econômicas

FIETEC: Feira da Informática, Educação e Tecnologia

FIJO: Fundação Ir. José Otão

GTPE: Grupo Técnico de Planejamento Estratégico

HSL: Hospital São Lucas

JEMAR: Jornadas Educativas Maristas

JEMARÃO: Jornadas Educativas Maristas (Reencontro Anual)

LABELO: Laboratório de Telecomunicações e Metrologia Elétrica da PUCRS

LAMI: Laboratório de Multimeios e Informática

MCT: Museu de Ciências e Tecnologia

NEQ: Grupo de Estudos da Qualidade

PET: Programa Especial de Treinamento

PGEDU: Pós-Graduação em Educação

PRAC: Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários

PROEX: Pró-Reitoria de Extensão

PROGRAD: Pró-Reitoria de Graduação

PUCRS: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

RH: Recurso Humanos

SEDIPE: Setor Didático- Pedagógico

SIPAT: Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho


* Relação incompleta



Outras Siglas:



ABAMEC: Associação Brasileira dos Analistas de Mercado de Capitais

ABDM: Associação Brasileira para o Estudo Científico da Deficiência Mental

ABED: Associação Brasileira de Educação a Distância

ABENEPI: Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil

ABENO: Associação Brasileira de Ensino Odontológico

ABEQ: Associação Brasileira de Engenharia Química

ABIGRAF: Associação Brasileira da Indústria Gráfica do Rio Grande do Sul

ABINEE: Associação Brasileira das Indústrias  Elétrica e Eletrônica

ABM: Associação Brasileira de Metais

ABMP: Associação Brasileira de Magistradura e Promotores de Justiça e da Infância e Adolescência

ABMS: Associação Brasileira de Mecânica dos Solos

ABO: Associação Brasileira de Orçamento Público

ABOPREV: Associação Brasileira de Odontologia Preventiva

ABORGS: Associação Brasileira de Odontologia do Rio Grande do Sul

ABPp: Associação Brasileira de Psicopedagogia

ABQ: Associação Brasileira de Química

ABRAPSO: Associação Brasileira de Psicologia Social

ABRH: Associação Brasileira de Recursos Humanos

ABRUC: Associação Brasileira das Universidades Comunitárias

ABT: Associação Brasileira de Tecnologia Educacional

ACISE: Associação Comercial e Industrial de Esteio

ACM: Associação Cristã de Moços 

ACOMECOM: Ação Conjunta para Melhoria do Ensino de Ciências e Matemática no Rio Grande do Sul

ACPM: Associação de Círculos de Pais e Mestres

ACPMFED: Associação de Círculos de Pais e Mestres - Federação

ACPP: Asian Center of the Progress of People

ADESG: Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra

ADPPUC: Associação dos Docentes e Pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

ADVB: Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil

AEC/RS: Associação de Educação Católica do Rio Grande do Sul

AESUFOPE: Associação de Escolas Superiores de Formação de Profissionais do Ensino

AESul: Empresa Distribuidora de Energia Elétrica na Região Sul do Estado

AFTE: Auditor Fiscal do Tesouro Estadual

AGAS: Associação Gaúcha dos Supermercados

AGEOS: Associação Gaúcha de Empr. Obras de Saneamento

AISEC: Associação Internacional de Estudantes de Ciências Econômicas e Comerciais

AILA: Association Internationale de Linguistique Appliquée

AIVE: Associação Interinstitucional de Vídeo Educativo

AJURIS-ESM: Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul - Escola Superior de Magistradura

ALAFO: Associação Latino-Americana das Faculdades de Odontologia

AMATRA IV: Associação dos Magistrados no Trabalho da IV Região

AMECRE: Associação dos Médicos e Odontológos do Hospital Cristo Redentor

AMRIGS: Associação Médica do Rio Grande do Sul

ANFOPE: Associação Nacional de Formação de Profissionais de Educação

ANFOPESUL: Associação Nacional de Formação de Profissionais de Educação do Sul

ANPAD: Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração

ANPAE: Associação Nacional dos Profissionais de Administração da Educação

ANPED: Associação Nacional de Pesquisadores em Educação

ANPEPP: Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia

ANPOLL: Associação Nacional de Pós-Graduação em Lingüística e Letras

AOERGS: Associação dos Orientadores Educacionais do Rio Grande do Sul

APAE: Associação de Pais de Alunos Excepcionais

APROFESC: Associação dos Professores do Ensino Superior da Contabilidade

ARI: Associação Rio-Grandense de Imprensa

ASEPAN: Associação Ecologista Parceiros da Natureza

ASSEMAE: Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento

ASSERS: Associação dos Supervisores de Educação do Estado do Rio Grande do Sul

AUTOCAD: Software para Desenho Industrial e Arquitetônico

BM: Brigada Militar

BRASILSAT: Satélite Brasileiro de Telecomunicações

CADOP: Colégio Agrícola de Cachoeirinha

CAEE: Centro Acadêmico de Escola de Engenharia

CAERGS: Centro Administrativo do Estado do Rio Grande do Sul

CAPES: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

CARVI: Campus Avançado da Região dos Vinhedos

CATE: Central de Apoio Tecnológico à Educação

CBC: Colégio Bom Conselho

CBECIMAT: Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciências dos Materiais

CBMag: Congresso Brasileiro de Eletromagnetismo

CBR: Colégio Brasileiro de Radiologia

CBRATEC: Congresso Brasileiro de Análise Térmica e Calorimetria

CCDM: Centro de Caracterização e Desenvolvimento de Materiais

CEAIA: Centro de Atendimento Integrado ao Adolescente

CEAS: Conselho Estadual de Assistência Social

CEBS: Comunidades Eclesiais de Base

CECIRS: Centro de Ciências do Rio Grande do Sul

CECREI: Centro de Espiritualidade Cristo Rei

CEDAE: Centro de Desenvolvimento da Administração da Educação

CEED: Conselho Estadual de Educação

CEEE: Companhia Estadual de Energia Elétrica

CEF: Caixa Econômica Federal

CEFC: Conference on Eletromagnetic Field Computation

CEFET: Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná

CEIS: Centro de Estudos e Informática Superior

CELES: Centro Educacional La Salle de Ensino Superior

CELSUL: Círculo de Estudos Lingüísticos da Região Sul

CEMPEC: Centro de Profissionais em Comércio Exterior

CENEC: Centro de Ensino Continuado

CENESPI: Centro de Estudos de Psiquiatria Integrada

CEPA: Centro de Estudos a Pesquisas em Administração 

CEPAL: Comissão de Economia para América-Latina

CEPE: Centro de Pesquisa Hospital de Heliópolis de São Paulo

CEPEL: Centro de Pesquisa de Energia Elétrica

CEPEP: Congresso Estadual de Professores de Escolas Particulares

CERMISSÕES: Cooperativa Regional de Eletrificação Rural das Missões Ltda.

CESUP: Centro Nacional de Supercomputação

CESVIBRASIL: Centro de Excelência em Serviços em Segurança Viária

CETEMP: Centro Tecnológico de Mecânica de Prescisão

CF: Campanha da Fraternidade

CFE: Conselho Federal de Educação

CGEN: Congresso Geral de Energia Nuclear

CIC: Centro para Inovação e Competitividade

CIEN: Companhia de Interconexão Energética

CIENTEC: Fundação de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

CIERGS: Centro de Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul

CIES: Centro de Informática Educativa Superior

CIESA: Centro Integrado de Ensino Superior do Amazonas

CIPE: Centro Integrado de Ensino Público

CNB: Congresso Nacional de Botânica

CNBB: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

CNEC: Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CNMAC: Congresso Nacional de Matemática Aplicada e Computacional

CNPq: Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico

CNPq-RHAE: Conselho Nacional de Pesquisa - Programa de Capacitação

CNTE: Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação

COA: Clube de Observadores de Aves

COBAN: Colóquio Brasileiro de Algas Nocivas

COBEQ: Congresso Brasileiro de Engenharia Química

COLA: Congresso Odontológico Latino-Americano

COMPOS: Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação

CONFEA: Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia

CONSUCCI: Conselho Sul-Americano de CPMS e Comissões

COPESUL: Companhia Petroquímica do Sul

COPMAT: Comitê dos Professores de Materiais de Construção Civil

CPERGS: Centro de Professores do Estado do Rio Grande do Sul

CPOS: Centro de Pesquisas em Odontologia Social

CRA: Conselho Regional de Administração

CRC: Conselho Regional de Contabilidade

CRCRS: Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul

CRE: Conselho Regional de Economia

CREA: Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia

CRO: Conselho Regional de Odontologia

CRP/07: Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul - 7ª Região

CRT: Companhia Rio-Grandense de Telecomunicações

CSPM: Curso Superior de Polícia Militar

DAER: Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem

DCR: Departamento de Coordenação das Regionais

DE: Delegacia de Educação

DEE: Departamento de Estudos Especializados

DEMEC: Delegacia do Ministério de Educação e Cultura

DES: Delegacias de Ensino

DKD: Deutscher Kalibrierdienst (Serviço Alemão de Calibração)

DM: Deficiente Mental

DMAE: Departamento Municipal de Água e Esgotos

DMLU: Departamento Municipal de Limpeza Urbana

DOU: Diário Oficial da União

DR: Delegacia Regional

EAP: Escola de Aperfeiçoamento Profissional

EBEMA: Associação Brasileira de Entidades de Meio Ambiente 

ECC: Encontro de Casais com Cristo

ECIDE: Encontro de Condomínios e Incubadoras de Empresas do RS

ECODEQ: Encontro Centro-Oeste de Ensino de Química

ECOPLAN: Engenharia, Consultoria e Planejamento Ltda.

ECOS: Escola de Comunicação Social

ECOTOX: Encontro Brasileiro de Ecotoxicologia

ECT: Empresa de Correios de Economia

EDEQ: Encontro de Debates sobre o Ensino de Química

EDUCOM: Educação e Computador

EE: Escola Estadual

EGEM: Encontro Gaúcho de Educação Matemática

EGEP: Encontro Gaúcho de Estudantes de Pedagogia

ELETROBRAS: Centrais Elétricas Brasileiras S.A.

EM: Escola Municipal

EMATER: Associação Rio-Grandense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural

EMBRAPA: Empresa Brasileira de Pesquisa Agrícola

ENANPAD: Encontro da Associação dos Programas de Pós-Graduação em Administração

ENDIPE: Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino

ENECOS: Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação Social

ENEF: Encontro Nacional de Escolas Freinet

ENEGEP: Encontro Nacional de Engenharia de Produção

ENEQ: Encontro Nacional de Ensino de Química

ENTAC: Encontro Nacional de Tecnologia no Ambiente Construído

ESAERGS: Escola Superior de Advocacia do Estado do Rio Grande do Sul

ESAPERGS: Escola Superior de Administração Pública do Estado do Rio Grande do Sul

ESM: Escola Superior de Magistradura

ESMAFE: Escola Superior de Magistratura Federal

ESMCE: Escola Superior de Magistratura do Ceará

ESMP: Escola Superior do Ministério Público

ESPM: Escola Superior de Propaganda e Marketing

ETA: Escola Técnica de Agricultura

ETS: Energia, Transporte e Saneamento

FABICO: Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação

FACATA: Faculdade de Comunicação de Taquara

FACOS: Faculdade de Ciências e Letras de Osório

FADERGS: Fundação de Atendimento ao Deficiente e ao Superdotado do Rio Grande do Sul

FAE: Fundação de Assistência ao Estudante

FAFINC: Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Imaculada Conceição

FAFIRE: Universidade de Recife

FAMURS: Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul

FAPA: Faculdade Porto-Alegrense

FAPCCA: Faculdade Porto-Alegrense de Ciências Contábeis e Administrativas

FAPERGS: Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul

FBH: Faculdade de Belo Horizonte

FDRH: Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos

FEDERAPARS: Federação das Associações de Pais e Mestres das Escolas Particulares do Rio Grande do Sul

FEE: Fundação de Economia e Estatística

FEEVALE: Federação de Estabelecimentos de Ensino Superior em Novo Hamburgo

FELAFACS: Federação Latino-Americana de Faculdades de Comunicação Social

FENAC: Feira Nacional de Calçados

FENERSE: Federação Nacional de Supervisão

FENG: Faculdade de Engenharia

FEPAM: Fundação Estadual de Proteção Ambiental

FEPLAM: Fundação Padre Landel de Moura

FESBE: Fundação Estadual de Proteção Ambiental 

FFB: Faculdade de Filosofia de Brusque

FFFCMPA: Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre

FGV/RJ: Fundação Getúlio Vargas/Rio de Janeiro

FIERGS: Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul

FIESP: Federação das Indústrias de São Paulo

FINEP: Financiadora de Estudos e Projetos

FISAN: Faculdades Integradas de Santana (São Paulo)

FOB: Faculdade Odontologia de Bauru

FOPCB: Faculdade de Odontologia de Piracicaba

FRAS-LE: Francisco Stedile S. A.

FREVI: Fundação Regional da Região dos Vinhedos (da UCS)

FUCAPES: Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior

FUCRI: Fundação Universitária de Criciúma

FUNBEC: Fundação Brasileira para o Desenvolvimento do Ensino de Ciências

FUNDASUL: Fundação do Sul

FUNDATEC: Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências

FURG: Fundação Universidade Federal do Rio Grande

GCEM: Grupo de Compatibilidade Eletromagnética

GEAM: Grupo de Empresas Associadas

GEEMPA: Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação

GEPOM/RS: Grupo de Estudos e Pesquisa em Organização e Métodos do Rio Grande do Sul

GERASUL: Centrais Geradoras do Sul do Brasil S. A.

GHC: Grupo Hospitalar Conceição

GIDF: Grupo Industrial Dona Francisca

HCPA: Hospital de Clínicas de Porto Alegre

IAAC: Interamerican Accreditation Cooperation

IAESTE: International Association for Exchange of Students for Technical Research 

IAMCR: International Association for Media and Communication Research

IARGS: Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul

IBAM: Instituto Brasileiro de Administração Municipal

IBAMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente

IBDP: Instituto Brasileiro de Direito Público

IBEJ: Instituto Brasileiro de Estudos Jurídicos

IBERCOM: Associações Ibero-Americanas de Comunicação

IBICT: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia

ICECE: International Conference on Engineering and Computer

ICET: International Council on Education for Teaching

ICM: Imposto de Circulação de Mercadorias

IEC: International Eletroteclimical Comission

IECON: Industry Eletronics Congress

IEEE: International Conference on Emerging Technologies

IELUSC: Instituto Educacional Luterano de Santa Catarina

IEMDC: International Electrical Machines and Drives Conference

IEPE: Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas

IES: Instituições de Ensino Superior

IFCH: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

IL: Instituto Liberal

IME: Instituto Militar de Engenharia

IMEC: Instituto Metodologia de Educação e Cultura

INEP: Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa

INMETRO: Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial

INTERCOM: Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares

IPA: Instituto Porto Alegre

IPCS: International Programme on Chemical Safety

IPCT: Instituto de Pesquisa Científica e Tecnológica

IPEA: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

IPJ: Instituto de Pastoral da Juventude

ISCMPA: Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre

ISSO: International Organizations for Standartisation (Organização Internacional de Padronização)

ISTE: International Seminar Teacher Education

ISTEC: Consórcio Ibero-Americano para Educação em Ciência e Tecnologia

LDB: Lei de Diretrizes e Bases

LEAD: Programa de Lideranças em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável

MAESA: Machadinho Energética S. A.

MARGS: Museu de Arte do Rio Grande do Sul

MASP: Metodologia, Análise e Solução de Problemas

MEC: Ministério de Educação e Cultura

MERCOFRIO: Feira e Congresso de Ar condicionado, Refri-geração, Aquecimento e Ventilação do Mercosul

MERCOSUL: Mercado Comum do Cone Sul

METROPLAN: Fundação Planejamento Metropolitano Regional

MFC: Movimento Familiar Cristão

MICROMAT: Brazilian Conference on Microscopy of Materials

NAECIM: Núcleo de Atendimento Integrado

NORIE: Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação

OAB: Ordem dos Advogados do Brasil

OMEP: Organização Mundial de Ensino Pré-Escolar

OMPI: Organização Mundial da Propriedade Intelectual

OPAS: Organização Pan-Americana da Saúde

PADCT: Programa de Capacitação e Difusão Tecnológica

PEE: Programa de Eficiência Energética

PGQP: Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade

PMPA: Prefeitura Municipal de Porto Alegre

PNSE: Plano Nacional de Saúde do Escolar

PPGAA: Programa de Pós-Graduação em Administração/UFRGS

PPGCOM: Programa de Pós-Graduação em Comunicação

PPGEE: Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica

PPGEP: Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção

PPGH: Programa de Pós-Graduação em História

PQPCC: Programa de Qualidade e Produtividade na Construção Civil

PRC: Padrão Referencial de Currículo

PROCEL: Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica

PROCEMPA: Companhia de Processamento de Dados de Porto Alegre

PROCERGS: Companhia de Processamento de Dados do Rio Grande do Sul 

PROLER: Programa Nacional de Incentivo à Leitura

PROREXT/URFGS: Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul 

PTB: Physikalische Technische Bundesanstalt (Instituto Alemão de Credenciamento)

PU: Purdue University

PUCPR: Pontifícia Universidade Católica do Paraná

PUCRJ: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

PUCSP: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

RAP: Revista de Administração Pública

RAUSP: Revista de Administração da Universidade de São Paulo

RBRAS: Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria

REIBRAC: Reunião Anual do Instituto Brasileiro de Concreto

RGE: Empresa Distribuidora de Energia Elétrica na Região Norte do Estado

SBC: Sociedade Brasileira de Computação

SBEM/RS: Sociedade Brasileira de Educação Matemática/ Rio Grande do Sul

SBP/Sociedade Brasileira de Psicologia

SBPC: Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência

SBQ: Sociedade Brasileira de Química

SBQEE: Seminário Brasileiro sobre Qualidade de Energia Elétrica

SBRGS: Sociedade de Biologia do Rio Grande do Sul

SCTMIC: Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Indústria

SE: Secretaria de Educação

SEAI: Secretaria de Assuntos Internacionais

SEBRAE/RS: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul

SEC: Secretaria de Educação e Cultura

SEDAI: Secretaria de Desenvolvimento e Assuntos Internacionais

SEDAM: Seminário Nacional de Direito Administrativo

SEMED: Secretaria Municipal de Educação

SEMEL: Seminário de Materiais no Setor Elétrico 

SENAC: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial

SENAI: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

SENELP: Seminário Nacional sobre o Ensino da Língua Portuguesa

SERGS: Sociedade de Engenharia Grande do Sul

SESC: Serviço Social do Comércio

SENAI: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

SENELP: Seminário Nacional sobre o Ensino de Língua Portuguesa

SERGS: Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul

SESC: Serviço Social do Comércio

SESI: Serviço Social da Indústria

SESu: Secretaria de Educação Superior

SeTREIN: Setor de Treinamento

SIDA: Síndrome de Imunodeficiência Adquirida

SIMPOLUX: Associação Brasileira da indústria da Iluminação

SINDICRECHE: Sindicatos das Creches

SINDUSCON: Sindicato da Indústria da Construção Civil

SINEPE: Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino

SINPRO: Sindicato dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul

SIRVA: Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios no Estado do Rio Grande do Sul

SISLOC: Sistema Automático para Calibração de Cronômetros e Emissão de Certificado

SMEC: Secretaria Municipal de Educação e Cultura

SMED: Secretaria Municipal de Educação

SNEF: Simpósio Nacional de Ensino de Física

SNPTEE: Seminário Nacional da Produção e Transmissão de Energia Elétrica

SOBE: Sociedade Brasileira Estomatologia

SOBRACOM: Sociedade Brasileira de Correções dos Maxilares

SOP: Serviço de Orientação Pedagógica

SORBI: Sociedade Riograndense de Bioética

SPEC: Subprograma de Educação para a Ciência

STJ: Superior Tribunal de Justiça

SUPERCOMP: Seminário de Supercomputação Aplicada

TRENSURB: Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre

TRF: Tribunal Regional Federal

TVE: Televisão Educativa 

UAB: Universidade Autônoma de Barcelona

UBEA: União Brasileira de Educação e Assistência

UCPel: Universidade Católica de Pelotas

UCS: Universidade de Caxias do Sul

UCUDAL: Universidade Católica do Uruguay - Dámaso Antonio Larrañaga

UEFS: Universidade Estadual de Feira de Santana

UEL: Universidade Estadual de Londrina

UFES: Universidade Federal do Espírito Santo

UFF: Universidade Federal Fluminense

UFMG: Universidade Federal Minas Gerais

UFMS: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

UFP: Universidade de Passo Fundo

UFPb: Universidade Federal da Paraíba

UFPel: Universidade Federal de Pelotas

UFPR: Universidade Federal do Paraná

UFRGS: Universidade Federal do Rio Grande do Sul

UFRN: Universidade Federal do Rio Grande do Norte

UFRPE: Universidade Federal Rural de Pernambuco

UFSC: Universidade Federal de Santa Catarina

UFSM: Universidade Federal de Santa Maria

UHDF: Usina Hidrelétrica Dona Francisca

UHPF: Usina Hidrelétrica de Passo Fundo

ULBRA: Universidade Luterana do Brasil

UMESP: Universidade do Estado de São Paulo

UNICAMP: Universidade de Campinas

UNICEF: Fundos das Nações Unidas para a Infância

UNICRUZ: Universidade de Cruz Alta

UNIMED: Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico

UNIPAR: Universidade do Paraná

UNISC: Universidade Integrada de Santa Catarina

UNITI: Universidade da Terceira Idade

UNIVALE: Unidades Integradas de Ensino 

UNIVALI: Universidade do Vale do Itajaí

UNIVILLE: Universidade do Vale de Joinvile

UNOESC: Universidade do Oeste de Santa Catarina

UPF: Universidade de Passo Fundo

URCAMP: Universidade da Região de Campanha

URI: Universidade Regional Integrada

USBEE: União Sulbrasileira de Educação e Ensino

USP: Universidade de São Paulo



Saiba Mais


     Uso de siglas


     Usam-se siglas para  abreviação de nomes de instituições científicas, culturais e de ensino, de órgãos, repartições e associações; títulos de livros, revistas, jornais e autores; topônimos (nomes de lugar); sistemas, processos, fórmulas, etc.


PROGRAD: Pró-Reitoria de Ensino e Graduação

UBEA: União Brasileira de Educação e Assistência

AGEXPP: Agência Experimental de Propaganda e Publicidade

CRUB: Conselho dos Reitores das Universidades Brasileiras

LABELO: Laboratórios Especializados em Eletro-Eletrônica

PVOLP: Pequeno Vocabulário Ortográfico Língua Portuguesa

MA: Machado de Assis



     Introdução da sigla no texto


     Para introduzir uma sigla num texto, primeiramente escreve-se por extenso a locução e, entre parênteses ou travessões, a sigla. A seguir, no mesmo texto, empregar-se-á apenas a sigla:


"O Grupo Técnico de Planejamento Estratégico (GTPE), que foi criado para assessorar unidades e setores, lançou um boletim quinzenal visando a informar e motivar a comunidade acadêmica. (...). "Esse é um processo de comprometimento. Apenas terá legitimidade se houver a participação de todos", salientou o coordenador do GTPE." ( PUCRS informação. Ano XXV, nº 111, set. out/2002).



     Siglas: flexão e produção de derivados


     As siglas estão de tal modo incorporadas ao vocabulário do dia-a-dia que passam a sofrer flexões de número, com o acréscimo, ao final, de um s minúsculo:


CPI: Comissão Parlamentar de Inquérito

CPIs: Comissões Parlamentares de Inquérito.


Obs.: Nesse caso, não se deve usar o apóstrofo: CPI's. Ele só serve para indicar supressão de letras. Isso é uma suposta cópia do inglês, neste insigne idioma, o S indica posse, e não plural.


     Não raro dão origem a palavras derivadas:


     PMDB: Partido do Movimento Democrático Brasileiro

     Peemedebista: membro do PMDB.



     Siglas de origem estrangeira


     Algumas siglas provieram de outras línguas, principalmente do inglês:


UFO: Unidentified Flying Object (objeto voador não-identificado, que equivale à forma portuguesa OVNI)

AIDS: Acquired Immunological Deficiency Syndrome (síndrome de imunodeficiência adquirida, que equivale à forma portuguesa SIDA)



     Transformação de siglas em palavras


     Existem casos de siglas que se transformaram em palavras:


RADAR: Radio Detecting and Ranging (detecção e busca por rádio)

LASER: Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation (ampliação da luz por emissão estimulada de radiação)

jipe: General Purpose (uso geral)

AIDS: Acquired Immunodeficiency Syndrome (síndrome da imunodeficiência adquirida)

óvni: Unidentified Flying Object (objeto voador não identificado)

ibope: Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (índice de audiência obtido por pesquisas de opinião pública)



     Grafia da sigla


A sigla não tem ponto abreviativo, ao contrário da abreviatura.

É escrita com caracteres maiúsculos, uma vez que se trata de letras iniciais de nomes próprios.


     Observação.:


     Algumas sílabas têm representada em minúsculo a letra que não constitui inicial de um dos elementos componentes: UnB: Universidade de Brasília.


     Por outro lado, escrevem-se apenas com inicial maiúscula as siglas com mais de três letras, lidas como se fossem sílabas: Bradesco: Banco Brasileiro de Descontos.

Manual de Redação - Acordo Ortográfico de 1990

 BASE I



DO ALFABETO E DOS NOMES PRÓPRIOS ESTRANGEIROS E SEUS DERIVADOS



1º) O alfabeto da língua portuguesa é formado por vinte e seis letras, cada uma delas com uma forma minúscula e outra maiúscula: 


a A (á) 

b B (bê) 

c C (cê) 

d D (dê) 

e E (é) 

f F (efe) 

g G (gê ou guê) 

h H (agá) 

i I (i) 

j J (jota) 

k K (capa ou cá) 

l L (ele) 

m M (eme) 

n N (ene) 

o O (o) 

p P (pê) 

q Q (quê) 

r R (erre) 

s S (esse) 

t T (tê) 

u U (u) 

v V (vê) 

w W (dáblio) 

x X (xis) 

y Y (ípsilon) 

z Z (zê) 


Obs.: 

1. Além destas letras, usam-se o ç (cê cedilhado) e os seguintes dígrafos: rr (erre duplo), ss (esse duplo), ch (cê-agá), lh (ele-agá), nh (ene-agá), gu (guê-u) e qu (quê-u). 


2. Os nomes das letras acima sugeridos não excluem outras formas de as designar. 


2º) As letras k, w e y usam-se nos seguintes casos especiais: 


a) Em antropónimos/antropônimos originários de outras línguas e seus derivados: Franklin, ftankliniano; Kant, kantistno; Darwin, darwinismo: Wagner, wagneriano, Byron, byroniano; Taylor, taylorista; 


b) Em topónimos/topônimos originários de outras línguas e seus derivados:


Kwanza; Kuwait, kuwaitiano; Malawi, malawiano; 


c) Em siglas, símbolos e mesmo em palavras adotadas como unidades de medida de curso internacional: TWA, KLM; K-potássio (de kalium), W-oeste (West); kg-quilograma, km-quilómetro, kW-kilowatt, yd-jarda (yard); Watt. 


3º) Em congruência com o número anterior, mantém-se nos vocábulos derivados eruditamente de nomes próprios estrangeiros quaisquer combinações gráficas ou sinais diacríticos não peculiares à nossa escrita que figurem nesses nomes: 


comtista, de Comte; garrettiano, de Garrett; jeffersónia/ jeffersônia, de Jefferson; mülleriano, de Müller; shakesperiano, de Shakespeare. 


Os vocábulos autorizados registrarão grafias alternativas admissíveis, em casos de divulgação de certas palavras de tal tipo de origem (a exemplo de fúcsia/ fúchsia e derivados, buganvília/ bunganvílea/ bougainvíllea). 


4º) Os dígrafos finais de origem hebraica ch, ph e th podem conservar-se em formas onomásticas da tradição bíblica, como Baruch, Loth, Moloch, Ziph, ou então simplificar-se: Baruc, Lot, Moloc, Zif. Se qualquer um destes dígrafos, em formas do mesmo tipo, é invariavelmente mudo, elimina-se: José, Nazaré, em vez de Joseph, Nazareth; e se algum deles, por força do uso, permite adaptação, substitui-se, recebendo uma adição vocálica: Judite, em vez de Judith.

5º) As consoantes finais grafadas b, c, d, g e h mantêm-se, quer sejam mudas, quer proferidas, nas formas onomásticas em que o uso as consagrou, nomeadamente antropónimos/antropônimos e topónimos/topônimos da tradição bíblica;

Jacob, Job, Moab, Isaac; David, Gad; Gog, Magog; Bensabat, Josafat.

Integram-se também nesta forma: Cid. em que o d é sempre pronunciado; Madrid e Valhadolid, em que o d ora é pronunciado, ora não; e Calcem ou Calicut, em que o t se encontra nas mesmas condições.

Nada impede, entretanto, que dos antropónimos/antropônimos em apreço sejam usados sem a consoante final Jó, Davi e Jacó.

6º) Recomenda-se que os topónimos/topônimos de línguas estrangeiras se substituam, tanto quanto possível, por formas vernáculas, quando estas sejam antigas e ainda vivas em português ou quando entrem, ou possam entrar, no uso corrente.

Exemplo: Anvers, substituíndo por Antuérpia; Cherbourg, por Cherburgo; Garonne, por Garona; Genève, por Genebra; Justland, por Jutlândia; Milano, por Milão; München, por Munique; Torino, por Turim; Zürich, por Zurique, etc.

BASE II

DO H INICIAL E FINAL

1) O h inicial emprega-se:

a) Por força da etimologia: haver, hélice, hera, hoje, hora, homem, humor.

b) Em virtude da adoção convencional: hã?, hem?, hum!.

2º) O h inicial suprime-se:

a) Quando, apesar da etimologia, a sua supressão está inteiramente consagrada pelo uso: erva, em vez de herva; e, portanto, ervaçal, ervanário, ervoso (em contraste com herbáceo, herbanário, herbívoro, herbicida, formas de origem erudita); Espanha, e hispânico; inverno, e hibernal, hibernar, hibernação;

b) Quando, por via de composição, passa a interior e o elemento em que figura se aglutina ao precedente: biebdomadário, desarmonia, desumano, desonra, desonesto exaurir, inábil, lobisomem, reabilitar, reaver, reidratarr.

3º) O h inicial mantém-se, no entanto, quando, numa palavra composta, pertence a um elemento que está ligado ao anterior por meio de hífen: anti-higiénico/ anti-higiênico, contra-haste, pré-história, sobre-humano, anti-horário, anti-herói, proto-história.

4º) O h final emprega-se em interjeições: ah! oh! eh! ih!

BASE III

DA HOMOFONIA DE CERTOS GRAFEMAS CONSONÂNTICOS

Dada a homofonia existente entre certos grafemas consonânticos, torna-se necessário diferençar os seus empregos, que fundamentalmente se regulam pela história das palavras. É certo que a variedade das condições em que se fixam na escrita os grafemas consonânticos homófomos nem sempre permite fácil diferenciação dos casos em que se deve empregar uma letra e daqueles em que, diversamente, se deve empregar outra, ou outras, a representar o mesmo som.

Nesta conformidade, importa notar, principalmente, os seguintes casos:

1º) Distinção gráfica entre ch e x: achar, archote, bucha, capacho, capucho, chamar, chave, Chico, chiste, chorar, colchão, colchete, endecha, estrebucha, facho, ficha, flecha, frincha, gancho, inchar, macho, mancha, murchar, nicho, pachorra, pecha, pechincha, penacho, rachar, sachar, tacho; ameixa, anexim, baixei, baixo, bexiga, bruxa, coaxar, coxia, debuxo, deixar, eixo, elixir, enxofre, faixa, feixe, madeixa, mexer, oxalá, praxe, puxar, rouxinol, vexar, xadrez, xarope, xenofobia, xerife, xícara.

2º) Distinção gráfica entre g, com valor de fricativa palatal, e j: adágio, alfageme, Álgebra, algema, algeroz, Algés, algibebe, algibeira, álgido, almargem, Alvorge, Argel, estrangeiro, falange, ferrugem, frigir, gelosia, gengiva, gergelim, geringonça, Gibraltar, ginete, ginja, girafa, gíria, herege, relógio, sege, Tânger, virgem; adjetivo, ajeitar, ajeru (nome de planta indiana e de uma espécie de papagaio), canjerê, canjica, enjeitar, granjear, hoje, intrujice, interjeição, jecoral, jejum, jeira, jeito, Jeová, jenipapo, jequiri, jequitibá, Jeremias, Jericó, jerimum, Jerónimo, Jesus, jibóia, jiquipanga, jiquiró, jiquitaia, jirau, jiriti, jitirana, laranjeira, lojista, majestade, majestoso, manjerico, manjerona, mucujê, pajé, pegajento, rejeitar, sujeito, trejeito.

3º) Distinção gráfica entre as letras s, ss, c, ç e x, que representam sibilantes surdas: ânsia, ascensão, aspersão, cansar, conversão, esconso, farsa, ganso, imenso, mansão, mansarda, manso, pretensão, remanso, seara, seda, Seia, Sertã, Sernancelhe, serralheiro, Singapura, Sintra, sisa, tarso, terso, valsa; abadessa, acossar, amassar, arremessar, Asseiceira, asseio, atravessar, benesse, Cassilda, codesso (identicamente Codessal ou Codassal, Codesseda, Codessoso, etc.), crasso, devassar, dossel, egresso, endossar, escasso, fosso, gesso, molosso, mossa, obsessão, pêssego, possesso, remessa, sossegar, acém, acervo, alicerce, cebola, cereal, Cernache, cetim, Cinfães, Escócia, Macedo, obcecar, percevejo; açafate, açorda, açúcar, almaço, atenção, berço, Buçaco, caçanje, caçula, caraça, dançar, Eça, enguiço, Gonçalves, inserção, linguiça, maçada, Mação, maçar, Moçambique, Monção, muçulmano, murça, negaça, pança, peça, quiçaba, quiçaça, quiçama, quiçamba, Seiça (grafia que pretere as erróneas/errôneas, mas consagradas Ceiça e Ceissa), Seiçal, Suíça, terço; auxílio, Maximiliano, Maximino, máximo, próximo, sintaxe.

4º) Distinção gráfica entre s de fim de sílaba (inicial ou interior) e x e z com idêntico valor fónico/fônico: adestrar, Calisto, escusar, esdrúxulo, esgotar, esplanada, esplêndido, espontâneo, espremer, esquisito, estender, Estremadura, Estremoz, inesgotável; extensão, explicar, extraordinário, inextricável, inexperto, sextante, têxtil; capazmente, infelizmente, velozmente. De acordo com esta distinção convém notar dois casos:

a) Em final de sílaba que não seja final de palavra, o x = s muda para s sempre que está precedido de i ou u: justapor, misto, mistura, justaposição, justaposto em vez de juxtapor, mixto, mixtura, juxtaposição, juxtaposto.

b) Só nos advérbios em -mente se admite z, com valor idêntico ao de s, em final de sílaba seguida de outra consoante (cf. capazmente, etc.); de contrário, o s toma sempre o lugar do z: Biscaia, e não Bizcaia.

5º) Distinção gráfica entre s final de palavra e x e z com idêntico valor fónico/ fônico: aguarrás, aliás, anis, após, atrás, através, Avis, Brás, Dinis, Garcês, gás, Gerês, Inês, íris, Jesus, jus, lápis, Luís, país, português, Queirós, quis, retrós, revés, Tomás, Valdês; cálix, Félix, Fénix flux; assaz, arroz, avestruz, dez, diz, fez (substantivo e forma do verbo fazer), fiz, Forjaz, Galaaz, giz, jaez, matiz, petiz, Queluz, Romariz, [Arcos de] Valdevez, Vaz. A propósito, deve observar-se que é inadmissível z final equivalente a s em palavra não oxítona: Cádis, e não Cádiz.

6º) Distinção gráfica entre as letras interiores s, x e z, que representam sibilantes sonoras: aceso, analisar, anestesia, artesão, asa, asilo, Baltasar, besouro, besuntar, blusa, brasa, brasão, Brasil, brisa, [Marco de] Canaveses, coliseu, defesa, duquesa, Elisa, empresa, Ermesinde, Esposende, frenesi ou frenesim, frisar, guisa, improviso, jusante, liso, lousa, Lousã, Luso (nome de lugar, homónimo/homônimo de Luso, nome mitológico), Matosinhos, Meneses, narciso, Nisa, obséquio, ousar, pesquisa, portuguesa, presa, raso, represa, Resende, sacerdotisa, Sesimbra, Sousa, surpresa, tisana, transe, trânsito, vaso; exalar, exemplo, exibir, exorbitar, exuberante, inexato, inexorável; abalizado, alfazema, Arcozelo, autorizar, azar, azedo, azo, azorrague, baliza, bazar, beleza, buzina, búzio, comezinho, deslizar, deslize, Ezequiel, fuzileiro, Galiza, guizo, helenizar, lambuzar, lezíria, Mouzinho, proeza, sazão, urze, vazar, Veneza, Vizela, Vouzela.

BASE IV

DAS SEQÜÊNCIAS CONSONÂNTICAS

1º) O c, com valor de oclusiva velar, das seqüências interiores cc (segundo c com valor de sibilante), cç e ct, e o p das seqüências interiores pc (c com valor de sibilante), pç e pt, ora se conservam, ora se eliminam.

Assim:

a) Conservam-se nos casos em que são invariavelmente proferidos nas pronúncias cultas da língua: compacto, convicção, convicto, intelectual, bactéria, ficção, friccionar, pacto, pictural; adepto, apto, díptico, erupção, corrupção, interrupção, eucalipto, inepto, núpcias, rapto.

b) Eliminam-se nos casos em que são invariavelmente mudos nas pronúncias cultas da língua: ação, acionar, selecionar, lecionar, afetivo, aflição, aflito, ata, atividade, ator, atual, coleção, coletivo, correto, letivo, arquiteto, fatura, direção, seleção, distração, interação, correção, reação, subtração, fração, diretor, exato, objeção; adoção, adotar, batismo, Egito, ótimo, otimismo, anticoncecional, dececionar, excecional, aceção, adoção, receção, infeção, sintático, defetivo, espetáculo, noturno, profilático, trajeto, projeto, elétrico, inspetor, exceção, contração.

c) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta, quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: aspecto e aspeto, cacto e cato, caracteres e carateres, dicção e dição; facto e fato, sector e setor, ceptro e cetro, concepção e conceção, corrupto e corruto, recepção e receção; infeccioso e infecioso; dêictico, díctico e dêitico; interjectivo e interjetivo.

d) Quando, nas sequências interiores mpc, mpç e mpt se eliminar o p de acordo com o determinado nos parágrafos precedentes, o m passa a n, escrevendo-se, respetivamente, nc, nç e nt: assumpcionista e assuncionista; assumpção e assunção; assumptível e assuntível; peremptório e perentório, sumptuoso e suntuoso, sumptuosidade e suntuosidade.

2º) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta, quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: o b da seqüência bd, em súbdito; o b da seqüência bt, em subtil e seus derivados; o g da seqüência gd, em amígdala, amigdalácea, amigdalar, amigdalato, amigdalite, amigdalóide, amigdalopatia, amigdalotomia; o m da seqüência mn, em amnistia, amnistiar, indemne, indemnidade, indemnizar, omnímodo, omnipotente, omnisciente, etc.; o t da seqüência tm, em aritmética e aritmético.

BASE V

DAS VOGAIS ÁTONAS

1º.) O emprego do e e do i, assim como o do o e do u em sílaba átona, regula-se fundamentalmente pela etimologia e por particularidades da história das palavras. Assim, se estabelecem variadíssimas grafias:

a) Com e e i: ameaça, amealhar, antecipar, arrepiar, balnear, boreal, campeão, cardeal (prelado, ave, planta; diferente de cardial = "relativo à cárdia"), Ceará, côdea, enseada, enteado, Floreal, janeanes, lêndea, Leonardo, Leonel, Leonor, Leopoldo, Leote, linear, meão, melhor, nomear, peanha, quase (em vez de quási), real, semear, semelhante, várzea; ameixial, Ameixieira, amial, amieiro, arrieiro, artilharia, capitânia, cordial (adjetivo e substantivo), corno/a, crânio, criar, diante, diminuir, Dinis, ferregial, Filinto, Filipe (e identicamente Filipa, Filipinas, etc., que pretere a forma errônea/errónea, mas consagrada, Felipe e Felipa), freixial, giesta, Idanha, igual, imiscuir-se, inigualável, lampião, limiar, Lumiar, lumieiro, pátio, pior, tigela, tijolo, Vimieiro, Vimioso.

b) Com o e u: abolir, Alpendorada, assolar, borboleta, cobiça, consoada, consoar costume, díscolo, êmbolo, engolir, epístola, esbafonir-se, esboroar, farândola, femoral, Freixoeira, girândola, goela, jocoso, mágoa, névoa, nódoa, óbolo, Páscoa, Pascoal, Pascoela,polir, Rodolfo, tá voa, tavoada, távola, tômbola, veio (substantivo e forma do verbo vir); açular, água, aluvião, arcuense, assumir, bulir, camândulas, curtir, curtume, embutir, entupir, fémur/fêmur, fistula, glândula, ínsua, jucundo, légua, Luanda, lucubração, lugar, mangual, Manuel, míngua, Nicarágua, pontual, régua, tábua, tabuada, tabuleta, trégua, vitualha.

2º) Sendo muito variadas as condições etimológicas e histórico-fonéticas em que se fixam graficamente e e i ou o e u em sílaba átona, é evidente que só a consulta dos vocabulários ou dicionários pode indicar, muitas vezes, se deve empregar-se e ou i, se o ou u. Há, todavia, alguns casos em que o uso dessas vogais pode ser facilmente sistematizado. Convém fixar os seguintes:

a) Escrevem-se com e, e não com i, antes da sílaba tónica/tônica, os substantivos e adjetivos que procedem de substantivos terminados em -elo e -eia, ou com eles estão em relação direta. Assim se regulam: aldeão, aldeola, aldeota por aldeia; areal, areeiro, areento, Areosa por areia; aveal por aveia; baleal por baleia; cadeado por cadeia; candeeiro por candeia; centeeira e centeeino por centeio; colmeal e colmeeiro por colmeia; correada e correame por correia.

b) Escrevem-se igualmente com e, antes de vogal ou ditongo da sílaba tónica/ tônica, os derivados de palavras que terminam em e acentuado (o qual pode representar um antigo hiato: ea, ee): galeão, galeota, galeote, de galé; coreano, de Coreia; daomeano, de Daomé; guineense, de Guiné; poleame e poleeiro, de polé.

c) Escrevem-se com i, e não com e, antes da sílaba tónica/tônica, os adjetivos e substantivos derivados em que entram os sufixos mistos de formação vernácula -iano e -iense, os quais são o resultado da combinação dos sufixos -ano e -ense com um i de origem analógica (baseado em palavras onde -ano e -ense estão precedidos de i pertencente ao tema: horaciano, italiano, duniense, flaviense, etc.): açoriano, acriano (de Acre), camoniamo, goisiano (relativo a Damião de Góis), siniense (de Sines), sofocliano, torniano, torniense (de Torre(s)).

d) Uniformizam-se com as terminações -io e -ia (átonas), em vez de -co e -ea, os substantivos que constituem variações, obtidas por ampliação, de outros substantivos terminados em vogal; cúmio (popular), de cume; hástia, de haste; réstia, do antigo neste, véstia, de veste.

e) Os verbos em -ear podem distinguir-se praticamente, grande número de vezes, dos verbos em -ian, quer pela formação, quer pela conjugação e formação ao mesmo tempo. Estão no primeiro caso todos os verbos que se prendem a substantivos em -elo ou -eia (sejam formados em português ou venham já do latim); assim se regulam: aldear, por aldeia; alhear, por alheio; cear por ceia; encadear por cadeia; pean, por pela; etc. Estão no segundo caso todos os verbos que têm normalmente flexões rizotónicas/rizotônicas em -eio, -eias, etc.: clarear, delinear, devanear,falsear, granjear, guerrear, hastear, nomear, semear, etc. Existem, no entanto, verbos em -iar, ligados a substantivos com as terminações átonas -ia ou -io, que admitem variantes na conjugação: negoceio ou negocio (cf. negócio); premeio ou premio (cf. prémio/prêmio); comerceio ou comercio (cf. comércio); licenceio ou licencio (cf. licença); presenceio ou presencio (cf. presença); sentenceio ou sentencio (cf. sentença).

f) Não é lícito o emprego do u final átono em palavras de origem latina. Escreve-se, por isso: moto, em vez de mótu (por exemplo, na expressão de moto próprio); tribo, em vez de tribu.

g) Os verbos em -oar distinguem-se praticamente dos verbos em -uar pela sua conjugação nas formas rizotónicas/rizotônicas, que têm sempre o na sílaba acentuada: abençoar com o, como abençoo, abençoas, etc.; destoar, com o, como destoo, destoas, etc.; mas acentuar, com u, como acentuo, acentuas, etc.

BASE VI

DAS VOGAIS NASAIS

Na representação das vogais nasais devem observar-se os seguintes preceitos:

1º) Quando uma vogal nasal ocorre em fim de palavra, ou em fim de elemento seguido de hífen, representa-se a nasalidade pelo til, se essa vogal é de timbre a; por m, se possui qualquer outro timbre e termina a palavra; e por n se é de timbre diverso de a e está seguida de s: afã, grã, Grã-Bretanha, lã, órfã, sã-braseiro (forma dialetal; o mesmo que são-brasense = de S. Brás de Alportel); clarim, tom, vacum, flautins, semitons, zunzuns.

2º) Os vocábulos terminados em -ã transmitem esta representação do a nasal aos advérbios em -mente que deles se formem, assim como a derivados em que entrem sufixos iniciados por z: enistãmente, irmãmente, sãmente; lãzudo, maçãzita, manhãzinha, romãzeira.

BASE VII

DOS DITONGOS

1º) Os ditongos orais, que tanto podem ser tónicos/tônicos como átonos, distribuem-se por dois grupos gráficos principais, conforme o segundo elemento do ditongo é representado por i ou u: ai, ei, éi, ui; au, eu, éu, iu, ou: braçais, caixote, deveis, eirado, farnéis (mas farneizinhos), goivo, goivan, lencóis (mas lençoizinhos), tafuis, uivar, cacau, cacaueiro, deu, endeusar, ilhéu (mas ilheuzito), mediu, passou, regougar.

Obs.: Admitem-se, todavia, excecionalmente, à parte destes dois grupos, os ditongos grafados ae (= âi ou ai) e ao (âu ou au): o primeiro, representado nos antropónimos/antropônimos Caetano e Caetana, assim como nos respetivos derivados e compostos (caetaninha, são-caetano, etc.); o segundo, representado nas combinações da preposição a com as formas masculinas do artigo ou pronome demonstrativo o, ou seja, ao e aos.

2º) Cumpre fixar, a propósito dos ditongos orais, os seguintes preceitos particulares:

a) É o ditongo grafado ui, e não a seqüência vocálica grafada ue, que se emprega nas formas de 2ª e 3ª pessoas do singular do presente do indicativo e igualmente na da 2ª pessoa do singular do imperativo dos verbos em -Um: constituis, influi, retribui. Harmonizam-se, portanto, essas formas com todos os casos de ditongo grafado ui de sílaba final ou fim de palavra (azuis, fui, Guardafui, Rui, etc.); e ficam assim em paralelo gráfico-fonético com as formas de 2ª e 3ª pessoas do singular do presente do indicativo e de 2ª pessoa do singular do imperativo dos verbos em -air e em -oer: atrais, cai, sai; móis, remói, sói.

b) É o ditongo grafado ui que representa sempre, em palavras de origem latina, a união de um ii a um i átono seguinte. Não divergem, portanto, formas como fluido de formas como gratuito. E isso não impede que nos derivados de formas daquele tipo as vogais grafadas ii e i se separem: fluídico,fluidez (u-i).

c) Além dos ditongos orais propriamente ditos, os quais são todos decrescentes, admite-se, como é sabido, a existência de ditongos crescentes. Podem considerar-se no número deles as seqüências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas, tais as que se representam graficamente por ea, co, ia, ie, lo, oa, ua, ue, uo: áurea, áureo, calúnia, espécie, exímio, mágoa, míngua, ténue/tênue, tríduo.

3º) Os ditongos nasais, que na sua maioria tanto podem ser tónicos/tônicos como átonos, pertencem graficamente a dois tipos fundamentais: ditongos representados por vogal com til e semivogal; ditongos representados por uma vogal seguida da consoante nasal m. Eis a indicação de uns e outros:

a) Os ditongos representados por vogal com til e semivogal são quatro, considerando-se apenas a língua padrão contemporânea: ãe (usado em vocábulos oxítonos e derivados), ãi (usado em vocábulos anoxítonos e derivados), ão e õe. Exemplos: cães, Guimarães, mãe, mãezinha; cãibas, cãibeiro, cãibra, zãibo; mão, maozinha, não, quão, sótão, sotãozinho, tão; Camões, orações, oraçõezinhas, põe, repões. Ao lado de tais ditongos pode, por exemplo, colocar-se o ditongo üi; mas este, embora se exemplifique numa forma popular como rui = ruim, representa-se sem o til nas formas muito e mui, por obediência à tradição.

b) Os ditongos representados por uma vogal seguida da consoante nasal m são dois: am e em. Divergem, porém, nos seus empregos:

i) am (sempre átono) só se emprega em flexões verbais: amam, deviam, escreveram, puseram;

ii) em (tónico/tônico ou átono) emprega-se em palavras de categorias morfológicas diversas, incluindo flexões verbais, e pode apresentar variantes gráficas determinadas pela posição, pela acentuação ou, simultaneamente, pela posição e pela acentuação: bem, Bembom, Bemposta, cem, devem, nem, quem, sem, tem, virgem; Bencanta, Benfeito, Benfica, benquisto, bens, enfim, enquanto, homenzarrão, homenzinho, nuvenzinha, tens, virgens, amém (variação do ámen), armazém, convém, mantém, ninguém, porém, Santarém, também; convêm, mantêm, têm (3ªs pessoas do plural); armazéns, desdéns, convéns, reténs; Belenzada, vintenzinho.

BASE VIII

DA ACENTUAÇÃO GRAFICA DAS PALAVRAS OXÍTONAS

1º) Acentuam-se com acento agudo:

a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas abertas grafadas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s: está, estás, já, olá; até, é, és, olé, pontapé(s); avó(s,), dominó(s), paletó(s,), só(s).

Obs.: Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em -e tónico/tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal, por ser articulada nas pronúncias cultas ora como aberta ora como fechada, admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo: bebé ou bebê, bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guichê ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, ponjé ou ponjê, puré ou purê, rapé ou rapê.

O mesmo se verifica com formas como cocó e cocô, ré (letra do alfabeto grego) e ré. São igualmente admitidas formas como judô, a par de judo, e metrô, a par de metro.

b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos lo(s) ou la(s), ficam a terminar na vogal tónica/tônica aberta grafada -a, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: adorá-lo(s) (de adorar-lo(s)), dá-la(s) (de dar-la(s) ou dá(s)-la(s) ou dá(s)-la(s)), fá-lo(s) (de faz-lo(s)), fá-lo(s)-às (de far-lo(s)-ás), habita-la(s)-iam (de habitar-la(s)-iam), tra-la(s)-á (de trar-la(s)-á).

c) As palavras oxítonas com mais de uma sílaba terminadas no ditongo nasal ) presente do indicativo etc.) ou -ens: acém, detém, deténs, entretém, entreténs, harém, haréns, porém, provém, provéns, também.

d) As palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, éu ou ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de -s: anéis, batéis, fiéis, papéis; céu(s), chapéu(s), ilhéu(s), véu(s); corrói (de correr), herói(s), remói (de remoer), sóis.

2º) Acentuam-se com acento circunflexo:

a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, seguidas ou não de -s: cortês, dê, dês (de dar), lê, lês (de ler), português, você(s); avô(s), pôs (de pôr), robô(s).

b) As formas verbais oxítonas, quando conjulgadas com os pronomes clíticos-lo(s) ou la(s), ficam a terminar nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: detê-lo(s) (de deter-lo-(s)), fazê-la(s) (de fazer-la(s)), fê-lo(s) (de fez-lo(s)), vê-la(s) (de ver-la(s)), compô-la(s) (de compor-la(s)), repô-la(s) (de repor-la(s)), pô-la(s) (de por-la(s) ou pôs-la(s)).

3º) Prescinde-se de acento gráfico para distinguir palavras oxítonas homógrafas, mas heterofónicas/heterofônicas, do tipo de cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; colher (ê), verbo, e colher (é), substantivo. Excetua-se a forma verbal pôr, para a distinguir da preposição por.

BASE IX

DA ACENTUAÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS PAROXÍTONAS

1º) As palavras paroxítonas não são em geral acentuadas graficamente: enjoo, grave, homem, mesa, Tejo, vejo, velho, voo; avanço, floresta; abençoo, angolano, brasileiro; descobrimento, graficamente, moçambicano

2º) Recebem, no entanto, acento agudo:

a) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -l, -n, -r, -x e -ps, assim como, salvo raras exceções, as respectivas formas do plural, algumas das quais passam a proparoxítonas: amável (pl. amáveis), Aníbal, dócil (pl. dóceis), dúctil (pl. dúcteis), fóssil (pl. fósseis), réptil (pl. répteis; var. reptil, pl. reptis); cármen (pl. cármenes ou carmens; var. carme, pl. carmes); dólmen (pl. dólmenes ou dolmens), éden (pl. édenes ou edens), líquen (pl. líquenes), lúmen (pl. lúmenes ou lúmens); acúcar (pl. açúcares), almíscar (pl. almíscares), cadáver (pl. cadáveres), caráter ou carácter (mas pl. carateres ou caracteres), ímpar (pl. ímpares); Ájax, córtex (pl. córtex; var. córtice, pl. córtices, índex (pl. índex; var. índice, pl. índices), tórax (pl. tórax ou tóraxes; var. torace, pl. toraces); bíceps (pl. bíceps; var. bicípite, pl. bicípites), fórceps (pl. fórceps; var. fórcipe, pl. fórcipes).

Obs.: Muito poucas palavras deste tipo, com a vogais tónicas/tônicas grafadas e e o em fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua e, por conseguinte, também de acento gráfico (agudo ou circunflexo): sémen e sêmen, xénon e xênon; fêmure fémur, vómer e vômer; Fénix e Fênix, ónix e ônix.

b) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -ã(s), -ão(s), -ei(s), -i(s), -um, -uns ou -us: órfã (pl. órfãs), acórdão (pl. acórdãos), órgão (pl. órgãos), órgão (pl. órgãos), sótão (pl. sótãos); hóquei, jóquei (pl. jóqueis), amáveis (pl. de amável), fáceis (pl. de fácil), fósseis (pl. de fóssil), amáreis (de amar), amaveis (id.), cantaríeis (de cantar), fizéreis (de fazer), fizésseis (id.); beribéri (pl. beribéris), bílis (sg. e pl.), íris (sg. e pl.), júri (di. júris), oásis (sg. e pl.); álbum (di. álbuns), fórum (di. fóruns); húmus (sg. e pl.), vírus (sg. e pl.).

Obs.: Muito poucas paroxítonas deste tipo, com as vogais tónicas/tônicas grafadas e e o em fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua, o qual é assinalado com acento agudo, se aberto, ou circunflexo, se fechado: pónei e pônei; gónis e gônis, pénis e pênis, ténis e tênis; bónus e bônus, ónus e ônus, tónus e tônus, Vénus e Vênus.

3º) Não se acentuam graficamente os ditongos representados por ei e oi da sílaba tónica/tônica das palavras paroxítonas, dado que existe oscilação em muitos casos entre o fechamento e a abertura na sua articulação: assembleia, boleia, ideia, tal como aldeia, baleia, cadeia, cheia, meia; coreico, epopeico, onomatopeico, proteico; alcaloide, apoio (do verbo apoiar), tal como apoio (subst.), Azoia, hoia, boina, comboio (subst.), tal como comboio, comboias, etc. (do verbo comboiar), dezoito, estroina, heroico, introito, jiboia, moina, paranoico, zoina.

4º) É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo amámos, louvámos, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo (amamos, louvamos), já que o timbre da vogal tónica/tônica é aberto naquele caso em certas variantes do português.

5º) Recebem acento circunflexo:

a) As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em -l, -n, -r, ou -x, assim como as respetivas formas do plural, algumas das quais se tornam proparoxítonas: cônsul (pl. cônsules), pênsil (pl. pênseis), têxtil (pl. têxteis); cânon, var. cânone (pl. cânones), plâncton (pl. plânctons); Almodôvar, aljôfar (pl. aljôfares), âmbar (pl. âmbares), Câncer, Tânger; bômbax(sg. e pl.), bômbix, var. bômbice (pl. bômbices).

b) As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em -ão(s), -eis, -i(s) ou -us: bênção(s), côvão(s), Estêvão, zângão(s); devêreis (de dever), escrevêsseis (de escrever) ,fôreis (de ser e ir), fôsseis (id.), pênseis (pl. de pênsil), têxteis (pl. de têxtil); dândi(s), Mênfis; ânus.

c) As formas verbais têm e vêm, 3ªs pessoas do plural do presente do indicativo de ter e vir, que são foneticamente paroxítonas (respetivamente / tãjãj /, / vãjãj / ou / têêj /, / vêêj / ou ainda / têjêj /, / vêjêj /; cf. as antigas grafias preteridas, têem, vêem, a fim de se distinguirem de tem e vem, 3ªs pessoas do singular do presente do indicativo ou 2ªs pessoas do singular do imperativo; e também as correspondentes formas compostas, tais como: abstêm (cf. abstém), advêm (cf. advém), contêm (cf. contém), convêm (cf. convém), desconvêm (cf. desconvém), detêm (cf. detem), entretem (cf. entretém), intervêm (cf. intervém), mantêm (cf. mantém), obtêm (cf. obtém), provêm (cf. provém), sobrevêm (cf. sobrevém).

Obs.: Também neste caso são preteridas as antigas grafias detêem, intervêem, mantêem, provêem, etc.

6º) Assinalam-se com acento circunflexo:

a) Obrigatoriamente, pôde (3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo), no que se distingue da correspondente forma do presente do indicativo (pode).

b) Facultativamente, dêmos (1ª pessoa do plural do presente do conjuntivo), para se distinguir da correspondente forma do pretérito perfeito do indicativo (demos); fôrma (substantivo), distinta de forma (substantivo; 3ª pessoa do singular do presente do indicativo ou 2?ªpessoa do singular do imperativo do verbo formar).

7º) Prescinde-se de acento circunflexo nas formas verbais paroxítonas que contêm um e tónico/tônico oral fechado em hiato com a terminação -em da 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou do conjuntivo, conforme os casos: creem deem (conj.), descreem, desdeem (conj.), leem, preveem, redeem (conj.), releem, reveem, tresleem, veem.

8º) Prescinde-se igualmente do acento circunflexo para assinalar a vogal tónica/tonica fechada com a grafia o em palavras paroxítonas como enjoo, substantivo e flexão de enjoar, povoo, flexão de povoar, voo, substantivo e flexão de voar, etc.

9º) Prescinde-se, quer do acento agudo, quer do circunflexo, para distinguir palavras paroxítonas que, tendo respectivamente vogal tónica/tônica aberta ou fechada, são homógrafas de palavras proclíticas. Assim, deixam de se distinguir pelo acento gráfico: para (á), flexão de parar, e para, preposição; pela(s) (é), substantivo e flexão de pelar, e pela(s), combinação de per e la(s); pelo (é), flexão de pelar, pelo(s) (é), substantivo ou combinação de per e lo(s); polo(s) (ó), substantivo, e polo(s), combinação antiga e popular de por e lo(s); etc.

10º) Prescinde-se igualmente de acento gráfico para distinguir paroxítonas homógrafas heterofónicas/heterofônicas do tipo de acerto (ê), substantivo, e acerto (é,), flexão de acertar; acordo (ô), substantivo, e acordo (ó), flexão de acordar; cerca (ê), substantivo, advérbio e elemento da locução prepositiva cerca de, e cerca (é,), flexão de cercar; coro (ó), substantivo, e flexão de corar; deste (ê), contracção da preposição de com o demonstrativo este, e deste (é), flexão de dar; fora (ô), flexão de ser e ir, e fora (ó), advérbio, interjeição e substantivo; piloto (ô), substantivo, e piloto (ó), flexão de pilotar, etc.

BASE X

DA ACENTUAÇÃO DAS VOGAIS TÓNICAS/TÔNICAS GRAFADAS

I E U DAS PALAVRAS OXÍTONAS E PAROXÍTONAS

1º) As vogais tónicas/tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxítonas levam acento agudo quando antecedidas de uma vogal com que não formam ditongo e desde de que não constituam sílaba com a eventual consoante seguinte, excetuando o caso de s: adaís (pl. de adail), aí, atraí (de atrair), baú, caís (de cair), Esaú, jacuí, Luís, país, etc.; alaúde, amiúde, Araújo, Ataíde, atraiam (de atrair), atraísse (id.) baía, balaústre, cafeína, ciúme, egoísmo, faísca, faúlha, graúdo, influíste (de influir), juízes, Luísa, miúdo, paraíso, raízes, recaída, ruína, saída, sanduíche, etc.

2º) As vogais tónicas/tônicas grafadas i e u das palavras oxítonas e paroxítonas não levam acento agudo quando, antecedidas de vogal com que não formam ditongo, constituem sílaba com a consoante seguinte, como é o caso de nh, l, m, n, r e z: bainha, moinho, rainha; adail, paul, Raul; Aboim, Coimbra, ruim; ainda, constituinte, oriundo, ruins, triunfo; atrair, demiurgo, influir, influirmos; juiz, raiz; etc.

3º) Em conformidade com as regras anteriores leva acento agudo a vogal tónica/tônica grafada i das formas oxítonas terminadas em r dos verbos em -air e -uir, quando estas se combinam com as formas pronominais clíticas -lo(s), -la(s), que levam à assimilação e perda daquele -r: atraí-lo(s,) (de atrair-lo(s)); atraí-lo(s)-ia (de atrair-lo(s)-ia); possuí-la(s) (de possuir-la(s)); possuí-la(s)-ia (de possuir-la(s) -ia).

4º) Prescinde-se do acento agudo nas vogais tónicas/tônicas grafadas i e u das palavras paroxítonas, quando elas estão precedidas de ditongo: baiuca, boiuno, cauila (var. cauira), cheiinho (de cheio), saiinha (de saia).

5º) Levam, porém, acento agudo as vogais tónicas/tônicas grafadas i e u quando, precedidas de ditongo, pertencem a palavras oxítonas e estão em posição final ou seguidas de s: Piauí, teiú, teiús, tuiuiú, tuiuiús.

Obs.: Se, neste caso, a consoante final for diferente de s, tais vogais dispensam o acento agudo: cauim.

6º) Prescinde-se do acento agudo nos ditongos tónicos/tônicos grafados iu e ui, quando precedidos de vogal: distraiu, instruiu, pauis (pl. de paul).

7º) Os verbos aguir e redarguir prescindem do acento agudo na vogal tónica/tônica grafada u nas formas rizotónicas/rizotônicas: arguo, arguis, argui, arguem; argua, arguas, argua, arguam. O verbos do tipo de aguar, apaniguar, apaziguar, apropinquar, averiguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir e afins, por oferecerem dois paradigmas, ou têm as formas rizotónicas/rizotônicas igualmente acentuadas no u mas sem marca gráfica (a exemplo de averiguo, averiguas, averigua, averiguam; averigue, averigues, averigue, averiguem; enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxague, enxaguem, etc.; delinquo, delinquis, delinqui, delinquem; mas delinquimos, delin quis) ou têm as formas rizotónicas/rizotônicas acentuadas fónica/fônica e graficamente nas vogais a ou i radicais (a exemplo de averíguo, averíguas, averígua, averíguam; averígue, averígues, averígue, averíguem; enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxágue, enxáguem; delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínqua, delínquam).

Obs.: Em conexão com os casos acima referidos, registe-se que os verbos em -ingir (atingir, cingir, constringir, infringir, tingir, etc.) e os verbos em -inguir sem prolação do u (distinguir, extinguir, etc.) têm grafias absolutamente regulares (atinjo, atinja, atinge, atingimos, etc.; distingo, distinga, distingue, distinguimos, etc.).

BASE XI

DA ACENTUÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS PROPAROXÍTONAS

1º) Levam acento agudo:

a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta: árabe, cáustico, Cleópatra, esquálido, exército, hidráulico, líquido, míope, músico, plástico, prosélito, público, rústico, tétrico, último;

b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta, e que terminam por seqüências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas como ditongos crescentes (-ea, -eo, -ia, -ie, -io, -oa, -ua, -uo, etc.): álea, náusea; etéreo, níveo; enciclopédia, glória; barbárie, série; lírio, prélio; mágoa, nódoa; exígua, língua; exíguo, vácuo.

2º) Levam acento circunflexo:

a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica vogal fechada ou ditongo com a vogal básica fechada: anacreôntico, brêtema, cânfora, cômputo, devêramos (de dever), dinâmico, êmbolo, excêntrico, fôssemos (de ser e ir), Grândola, hermenêutica, lâmpada, lôstrego, lôbrego, nêspera, plêiade, sôfrego, sonâmbulo, trôpego;

b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam vogais fechadas na sílaba tónica/tônica, e terminam por seqüências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas como ditongos crescentes: amêndoa, argênteo, côdea, Islândia, Mântua, serôdio.

3º) Levam acento agudo ou acento circunflexo as palavras proparoxítonas, reais ou aparentes, cujas vogais tónicas/tônicas grafadas e ou o estão em final de sílaba e são seguidas das consoantes nasais grafadas m ou n, conforme o seu timbre é, respetivamente, aberto ou fechado nas pronúncias cultas da língua: académico/acadêmico, anatómico/anatômico, cénico/cênico, cómodo/cômodo, fenómeno/ fenômeno, género/gênero, topónimo/topônimo; Amazónia/Amazônia, António/Antônio, blasfémia/blasfêmia, fémea/fêmea, gémeo/gêmeo, génio/gênio, ténue/tênue.

BASE XII

DO EMPREGO DO ACENTO GRAVE

1º) Emprega-se o acento grave:

a) Na contração da preposição a com as formas femininas do artigo ou pronome demonstrativo o: à (de a+a), às (de a+as);

b) Na contração da preposição a com os demonstrativos aquele, aquela, aqueles, aquelas e aquilo ou ainda da mesma preposição com os compostos aqueloutro e suas flexões: àquele(s), àquela(s), àquilo; àqueloutro(s), àqueloutra(s).

BASE XIII

DA SUPRESSÃO DOS ACENTOS EM PALAVRAS DERIVADAS

1º) Nos advérbios em -mente, derivados de adjetivos com acento agudo ou circunflexo, estes são suprimidos: avidamente (de ávido), debilmente (de débil), facilmente (de fácil), habilmente (de hábil), ingenuamente (de ingênuo), lucidamente (de lúcido), mamente (de má), somente (de só), unicamente (de único), etc.; candidamente (de cândido), cortesmente (de cortês), dinamicamente (de dinâmico), espontaneamente (de espontâneo), portuguesmente (de português), romanticamente (de romântico).

2º) Nas palavras derivadas que contêm sufixos iniciados por z e cujas formas de base apresentam vogal tónica/tônica com acento agudo ou circunflexo, estes são suprimidos: aneizinhos (de anéis), avozinha (de avó), bebezito (de bebé), cafezada (de café), chepeuzinho (de chapéu), chazeiro (de chá), heroizito (de herói), ilheuzito (de ilhéu), mazinha (de má), orfãozinho (de órfão), vintenzito (de vintém), etc.; avozinho (de avô), bençãozinha (de bênção), lampadazita (de lâmpada), pessegozito (de pêssego).

BASE XIV

DO TREMA

O trema, sinal de diérese, é inteiramente suprimido em palavras portuguesas ou aportuguesadas. Nem sequer se emprega na poesia, mesmo que haja separação de duas vogais que normalmente formam ditongo: saudade, e não saüdade, ainda que tetrassílabo; saudar, e não saüdar, ainda que trissílabo; etc.

Em virtude desta supressão, abstrai-se de sinal especial, quer para distinguir, em sílaba átona, um i ou um u de uma vogal da sílaba anterior, quer para distinguir, também em sílaba átona, um i ou um u de um ditongo precedente, quer para distinguir, em sílaba tónica/tônica ou átona, o u de gu ou de qu de um e ou i seguintes: arruinar, constituiria, depoimento, esmiuçar, faiscar, faulhar, oleicultura, paraibano, reunião; abaiucado, auiqui, caiuá, cauixi, piauiense; aguentar, anguiforme, arguir, bilíngue (ou bilingue), lingueta, linguista, linguístico; cinquenta, equestre, frequentar, tranquilo, ubiquidade.

Obs.: Conserva-se, no entanto, o trema, de acordo com a Base I, 3º, em palavras derivadas de nomes próprios estrangeiros: hübneriano, de Hübner, mülleriano, de Müller, etc.

BASE XV

DO HÍFEN EM COMPOSTOS, LOCUÇÕES E ENCADEAMENTOS VOCABULARES

1º) Emprega-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido: ano-luz, orce-bispo-bispo, arco-íris, decreto-lei, és-sueste, médico-cirurgião, rainha-cláudia, tenente-coronel, tio-avô, turma-piloto; alcaide-mor, amor-perfeito, guarda-noturno, mato-grossense, norte-americano, porto-alegrense, sul-africano; afro-asiático, cifro-luso-brasileiro, azul-escuro, luso-brasileiro, primeiro-ministro, primeiro-sargento, primo-infeção, segunda-feira; conta-gotas, finca-pé, guarda-chuva.

Obs.: Certos compostos, em relação aos quais se perdeu, em certa medida, a noção de composição, grafam-se aglutinadamente: girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista, etc.

2º) Emprega-se o hífen nos topónimos/topônimos compostos, iniciados pelos adjetivos grã, grão ou por forma verbal ou cujos elementos estejam ligados por artigo: Grã-Bretanha, Grão-Pará; Abre-Campo; Passa-Quatro, Quebra-Costas, Quebra-Dentes, Traga-Mouros, Trinca-Fortes; Albergaria-a-Velha, Baía de Todos-os-Santos, Entre-os-Rios, Montemor-o-Novo, Trás-os-Montes.

Obs.: Os outros topónimos/topônimos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem hífen: América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde, Castelo Branco, Freixo de Espada à Cinta, etc. O topónimo/topônimo Guiné-Bissau é, contudo, uma exceção consagrada pelo uso.

3º) Emprega-se o hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento: abóbora-menina, couve-flor, erva-doce, feijão-verde; benção-de-deus, erva-do-chá, ervilha-de-cheiro, fava-de-santo-inâcio, bem-me-quer (nome de planta que também se dá à margarida e ao malmequer); andorinha-grande, cobra-capelo, formiga-branca; andorinha-do-mar, cobra-d’água, lesma-de-conchinha; bem-te-vi (nome de um pássaro).

4º) Emprega-se o hífen nos compostos com os advérbios bem e mal, quando estes formam com o elemento que se lhes segue uma unidade sintagmática e semântica e tal elemento começa por vogal ou h. No entanto, o advérbio bem, ao contrário de mal, pode não se aglutinar com palavras começadas por consoante. Eis alguns exemplos das várias situações: bem-aventurado, bem-estar, bem-humorado; mal-afortunado, mal-estar, mal-humorado; bem-criado (cf. malcriado), bem-ditoso (cf. malditoso), bem-falante (cf malfalante), bem-mandado (cf. malmandado). bem-nascido (cf. malnascido) , bem-soante (cf. malsoante), bem-visto (cf. malvisto).

Obs.: Em muitos compostos, o advérbio bem aparece aglutinado com o segundo elemento, quer este tenha ou não vida à parte: benfazejo, benfeito, benfeitor, benquerença, etc.

5º) Emprega-se o hífen nos compostos com os elementos além, aquém, recém e sem: além-Atlântico, além-mar, além-fronteiras; aquém-fiar, aquém-Pireneus; recém-casado, recém-nascido; sem-cerimônia, sem-número, sem-vergonha.

6º) Nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen, salvo algumas exceções já consagradas pelo uso (como é o caso de água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa). Sirvam, pois, de exemplo de emprego sem hífen as seguintes locuções:

a) Substantivas: cão de guarda, fim de semana, sala de jantar;

b) Adjetivas: cor de açafrão, cor de café com leite, cor de vinho;

c) Pronominais: cada um, ele próprio, nós mesmos, quem quer que seja;

d) Adverbiais: à parte (note-se o substantivo aparte), à vontade, de mais (locução que se contrapõe a de menos; note-se demais, advérbio, conjunção, etc.), depois de amanhã, em cima, por isso;

e) Prepositivas: abaixo de, acerca de, acima de, a fim de, a par de, à parte de, apesar de, aquando de, debaixo de, enquanto a, por baixo de, por cima de, quanto a;

f) Conjuncionais: afim de que, ao passo que, contanto que, logo que, por conseguinte, visto que.

7º) Emprega-se o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando, não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares (tipo: a divisa Liberdade-Igualdade-Fraternidade, a ponte Rio-Niterói, o percurso Lisboa-Coimbra-Porto, a ligação Angola-Moçambique, e bem assim nas combinações históricas ou ocasionais de topónimos/topônimos (tipo: Austria-Hungria, Alsácia-Lorena, Angola-Brasil, Tóquio-Rio de Janeiro, etc.).

BASE XVI

DO HÍFEN NAS FORMAÇÕES POR PREFIXAÇÃO, RECOMPOSIÇÃO E SUFIXAÇÃO

1º) Nas formações com prefixos (como, por exemplo: ante-, anti-, circum-, co-, contra-, entre-, extra-, hiper-, infra-, intra-, pós-, pré-, pró-, sobre-, sub-, super-, supra-, ultra-, etc.) e em formações por recomposição, isto é, com elementos não autónomos ou falsos prefixos, de origem grega e latina (tais como: aero-, agro-, arqui-, auto-, hio-, eletro-, geo-, hidro-, inter-, macro-, maxi-, micro-, mini-, multi-, neo-, pan-, pluri-, proto-, pseudo-, retro-, semi-, tele-, etc.), só se emprega o hífen nos seguintes casos:

a) Nas formações em que o segundo elemento começa por h: anti-higiénico/anti-higiênico, circum-hospitalar, co-herdeiro, contra-harmónico/contra-harmônico, extra-humano, pré-história, sub-hepático, super-homem, ultra-hiperbólico; arquihipérbole, eletro-higrómetro, geo-história, neo-helénico/neo-helênico, pan-helenismo, semi-hospitalar.

Obs.: Não se usa, no entanto, o hífen em formações que contêm em geral os prefixos des- e in- e nas quais o segundo elemento perdeu o h inicial: desumano, desumidificar, inábil, inumano, etc.

b) Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento: anti-ibérico, contra-almirante, infra-axilar, supra-auricular; arqui-irmandade, auto-observação, eletro-ótica, micro-onda, semi-interno.

Obs.: Nas formações com o prefixo co-, este aglutina-se em geral com o segundo elemento mesmo quando iniciado por o: coobrigação, coocupante, coordenar, cooperação, cooperar, etc.

c) Nas formações com os prefixos circum- e pan-, quando o segundo elemento começa por vogal, m ou n (além de h, caso já considerado atrás na alínea a): circum-escolar, circum-murado, circum-navegação; pan-africano, pan-mágico, pan-negritude.

d) Nas formações com os prefixos hiper-, inter- e super-, quando combinados com elementos iniciados por r: hiper-requintado, inter-resistente, super-revista.

e) Nas formações com os prefixos ex- (com o sentido de estado anterior ou cessamento), sota-, soto-, vice- e vizo-: ex-almirante, ex-diretor, ex-hospedeira, ex-presidente, ex-primeiro-ministro, ex-rei; sota-piloto, soto-mestre, vice-presidente, vice-reitor, vizo-rei.

f) Nas formações com os prefixos tónicos/tônicos acentuados graficamente pós-, pré- e pró-, quando o segundo elemento tem vida à parte (ao contrário do que acontece com as correspondentes formas átonas que se aglutinam com o elemento seguinte): pós-graduação, pós-tónico/pós-tônicos (mas pospor); pré-escolar, pré-natal (mas prever); pró-africano, pró-europeu (mas promover).

2º) Não se emprega, pois, o hífen:

a) Nas formações em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo estas consoantes duplicar-se, prática aliás já generalizada em palavras deste tipo pertencentes aos domínios científico e técnico. Assim: antirreligioso, antissemita, contrarregra, contrassenha, cosseno, extrarregular, infrassom, minissaia, tal como hiorritmo, hiossatélite. eletrossiderurgia, microssistema, microrradiografia.

b) Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente, prática esta em geral já adotada também para os termos técnicos e científicos. Assim: antiaéreo, coeducaçao. extraescolar, aeroespacial, autoestrada, autoaprendizagem, agroindustrial, hidroelétrico, plurianual.

3º) Nas formações por sufixação apenas se emprega o hífen nos vocábulos terminados por sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como açu, guaçu e mirim, quando o primeiro elemento acaba em vogal acentuada graficamente ou quando a pronúncia exige a distinção gráfica dos dois elementos: amoré-guaçu, anajá-mirim, andá-açu, capim-açu, Ceará-Mirim.

BASE XVII

DO HÍFEN NA ÊNCLISE, NA TMESE E COM O VERBO HAVER

1º) Emprega-se o hífen na ênclise e na tmese: amá-lo, dá-se, deixa-o, partir-lhe; amá-lo-ei, enviar-lhe-emos.

2º) Não se emprega o hífen nas ligações da preposição de às formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haver: hei de, hás de, hão de, etc.

Obs.: 1. Embora estejam consagradas pelo uso as formas verbais quer e requer, dos verbos querer e requerer, em vez de quere e requere, estas últimas formas conservam-se, no entanto, nos casos de ênclise: quere-o(s), requere-o(s). Nestes contextos, as formas (legítimas, aliás) qué-lo e requé-lo são pouco usadas.

2. Usa-se também o hífen nas ligações de formas pronominais enclíticas ao advérbio eis (eis-me, ei-lo) e ainda nas combinações de formas pronominais do tipo no-lo, vo-las, quando em próclise (por ex.: esperamos que no-lo comprem).

BASE XVIII

DO APÓSTROFO

1º) São os seguintes os casos de emprego do apóstrofo:

a) Faz-se uso do apóstrofo para cindir graficamente uma contração ou aglutinação vocabular, quando um elemento ou fração respetiva pertence propriamente a um conjunto vocabular distinto: d’Os Lusíadas, d’Os Sertões; n ‘Os Lusíadas, n ‘Os Sertões; pel’ Os Lusíadas, pel’ Os Sertões. Nada obsta, contudo, a que estas escritas sejam substituídas por empregos de preposições íntegras, se o exigir razão especial de clareza, expressividade ou ênfase: de Os Lusíadas, em Os Lusíadas, por Os Lusíadas, etc.

As cisões indicadas são análogas às dissoluções gráficas que se fazem, embora sem emprego do apóstrofo, em combinações da preposição a com palavras pertencentes a conjuntos vocabulares imediatos: a A Relíquia, a Os Lusíadas (exemplos: importância atribuída a A Relíquia; recorro a Os Lusíadas). Em tais casos, como é óbvio, entende-se que a dissolução gráfica nunca impede na leitura a combinação fonética: a A = à, a Os = aos, etc.

b) Pode cindir-se por meio do apóstrofo uma contração ou aglutinação vocabular, quando um elemento ou fração respetiva é forma pronominal e se lhe quer dar realce com o uso de maiúscula: d’Ele, n’Ele, d’Aquele, n’Aquele, d’O, n’O, pel’O, m’O, t’O, lh’O, casos em que a segunda parte, forma masculina, é aplicável a Deus, a Jesus, etc.; d’Ela, n’Ela, d’Aquela, n’Aquela, d’A, n’A, pel’A, tu‘A, t’A, lh’A, casos em que a segunda parte, forma feminina, é aplicável à mãe de Jesus, à Providência, etc. Exemplos frásicos: confiamos n’O que nos salvou; esse milagre revelou-m’O; está n’Ela a nossa esperança; pugnemos pel’A que é nossa padroeira.

À semelhança das cisões indicadas, pode dissolver-se graficamente, posto que sem uso do apóstrofo, uma combinação da preposição a com uma forma pronominal realçada pela maiúscula: a O, a Aquele, a Aquela (entendendo-se que a dissolução gráfica nunca impede na leitura a combinação fonética: a O = ao, a Aquela = àquela, etc.). Exemplos frásicos: a O que tudo pode: a Aquela que nos protege.

c) Emprega-se o apóstrofo nas ligações das formas santo e santa a nomes do hagiológio, quando importa representar a elisão das vogais finais o e a: Sant"Ana, Sant’Lago, etc. É, pois, correto escrever: Calçada de Sant’Ana. Rua de Sant’Aina; culto de Sant’Iago, Ordem de Sant’Iago. Mas, se as ligações deste género, como é o caso destas mesmas Sant’Ana e Sant’Iago, se tornam perfeitas unidades mórficas, aglutinam-se os dois elementos: Fulano de Santana, ilhéu de Santana, Santana de Parnaíba; Fulano de Santiago, ilha de Santiago, Santiago do Cacém. Em paralelo com a grafia Sant’Ana e congéneres, emprega-se também o apóstrofo nas ligações de duas formas antroponímicas, quando é necessário indicar que na primeira se elide um o final: Nun’Álvares, Pedr’Eanes.

Note-se que nos casos referidos as escritas com apóstrofo, indicativas de elisão, não impedem, de modo algum, as escritas sem apóstrofo: Santa Ana, Nuno Álvares, Pedro Álvares, etc.

d) Emprega-se o apóstrofo para assinalar, no interior de certos compostos, a elisão do e da preposição de, em combinação com substantivos: horda-d’água. cobrad’água, copo-d’água, estrela-d’alva, galinha-d’água, màe-d’água, pau-d’água, pau-d’alho, pau-d’arco, pau-d’óleo.

2º) São os seguintes os casos em que não se usa o apóstrofo:

Não é admissível o uso do apóstrofo nas combinações das preposições de e em com as formas do artigo definido, com formas pronominais diversas e com formas adverbiais (excetuado o que se estabelece nas alíneas 1º) a) e 1º) b) ). Tais combinações são representadas:

a) Por uma só forma vocabular, se constituem, de modo fixo, uniões perfeitas:

i)do, da, dos, das; dele, dela, deles, delas; deste, desta, destes, destas, disto; desse, dessa, desses, dessas, disso; daquele, daquela, daqueles, daquelas, daquilo; destoutro, destoutra, destoutros, destoutras; dessoutro, dessoutra, dessoutros, dessoutras; daqueloutro, daqueloutra, daqueloutros, daqueloutras; daqui; daí; dali; dacolá; donde; dantes (= antigamente);

ii) no, na, nos, nas; nele, nela, neles, nelas; neste, nesta, nestes, nestas, nisto; nesse, nessa, nesses, nessas, nisso; naquele, naquela, naqueles, naquelas, naquilo; nestoutro, nestoutra, nestoutros, nestoutras; nessoutro, nessoutra, nessoutros, nessoutras; naqueloutro, naqueloutra, naqueloutros, naqueloutras; num, numa, nuns, numas; noutro, noutra, noutros, noutras, noutrem; nalgum, nalguma, nalguns, nalgumas, nalguém.

b) Por uma ou duas formas vocabulares, se não constituem, de modo fixo, uniões perfeitas (apesar de serem correntes com esta feição em algumas pronúncias): de um, de uma, de uns, de umas, ou dum, duma, duns, dumas; de algum, de alguma, de alguns, de algumas, de alguém, de algo, de algures, de alhures, ou dalgum, dalguma, dalguns, dalgumas, dalguém, dalgo, dalgures, dalhures; de outro, de outra, de outros, de outras, de outrem, de outrora, ou doutro, doutra, doutros, doutras, doutrem, doutrora; de aquém ou daquém; de além ou dalém; de entre ou dentre.

De acordo com os exemplos deste último tipo, tanto se admite o uso da locução adverbial de ora avante como do advérbio que representa a contração dos seus três elementos: doravante.

Obs.: Quando a preposição de se combina com as formas articulares ou pronominais o, a, os, as, ou com quaisquer pronomes ou advérbios começados por vogal, mas acontece estarem essas palavras integradas em construções de infinitivo, não se emprega o apóstrofo, nem se funde a preposição com a forma imediata, escrevendo-se estas duas separadamente: afim de ele compreender; apesar de o não ter visto; em virtude de os nossos pais serem bondosos; o facto de o conhecer; por causa de aqui estares.

BASE XIX

DAS MINÚSCULAS E MAIÚSCULAS

1º) A letra minúscula inicial é usada:

a) Ordinariamente, em todos os vocábulos da língua nos usos correntes.

b) Nos nomes dos dias, meses, estações do ano: segunda-feira; outubro; primavera.

c) Nos bibliónimos/bibliônimos (após o primeiro elemento, que é com maisúcula, os demais vocábulos, podem ser escritos com minúscula, salvo nos nomes próprios nele contidos, tudo em grifo): O Senhor do paço de Ninães, O Senhor do paço de Ninães, Menino de engenho, Árvore e Tambor ou Árvore e Tambor.

d) Nos usos de fulano, sicrano, beltrano.

e) Nos pontos cardeais (mas não nas suas abreviaturas): norte, sul (mas: SW sudoeste).

f) Nos axiónimos/axiônimos e hagiónimos/hagiônimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, o Cardeal Bembo; santa Filomena (ou Santa Filomena).

g) Nos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas (opcionalmente, também com maiúscula): português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas).

2º) A letra maiúscula inicial é usada:

a) Nos antropónimos/antropônimos, reais ou fictícios: Pedro Marques; Branca de Neve, D. Quixote.

b) Nos topónimos/topônimos, reais ou fictícios: Lisboa, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro; Atlântida, Hespéria.

c) Nos nomes de seres antropomorfizados ou mitológicos: Adamastor; Neptuno/ Netuno.

d) Nos nomes que designam instituições: Instituto de Pensões e Aposentadorias da Previdência Social.

e) Nos nomes de festas e festividades: Natal, Páscoa, Ramadão, Todos os Santos.

f) Nos títulos de periódicos, que retêm o itálico: O Primeiro de Janeiro, O Estado de São Paulo (ou S. Paulo).

g) Nos pontos cardeais ou equivalentes, quando empregados absolutamente: Nordeste, por nordeste do Brasil, Norte, por norte de Portugal, Meio-Dia, pelo sul da França ou de outros países, Ocidente, por ocidente europeu, Oriente, por oriente asiático.

h) Em siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais ou nacionalmente reguladas com maiúsculas, iniciais ou mediais ou finais ou o todo em maiúsculas: FAO, NATO, ONU; H2O, Sr., V. Exª..

i) Opcionalmente, em palavras usadas reverencialmente, aulicamente ou hierarquicamente, em inicio de versos, em categorizações de logradouros públicos: (rua ou Rua da Liberdade, largo ou Largo dos Leões), de templos (igreja ou Igreja do Bonfim, templo ou Templo do Apostolado Positivista), de edifícios (palácio ou Palácio da Cultura, edifício ou Edifício Azevedo Cunha).

Obs.: As disposições sobre os usos das minúsculas e maiúsculas não obstam a que obras especializadas observem regras próprias, provindas de códigos ou normalizações específicas (terminologias antropológica. geológica, bibliológica, botânica, zoológica, etc.), promanadas de entidades científicas ou normal izadoras, reconhecidas internacionalmente.

BASE XX

DA DIVISÃO SILÁBICA

A divisão silábica, que em regra se faz pela soletração (a-ba-de, bru-ma, ca-cho, lha-no, ma-lha, ma-nha, má-xi-mo, ó-xi-do, ro-xo, te-me-se), e na qual, por isso, se não tem de atender aos elementos constitutivos dos vocábulos segundo a etimologia (a-ba-li-e-nar, bi-sa- vó, de-sa-pa-re-cer, di-sú-ri-co, e-xâ-ni-me, hi-pe-ra-cús-ti-co, i-ná-bil, o-ho-vai, su-bo-cu-lar, su-pe-rá-ci-do), obedece a vários preceitos particulares, que rigorosamente cumpre seguir, quando se tem de fazer em fim de linha, mediante o emprego do hífen, a partição de uma palavra:

1º) São indivisíveis no interior de palavra, tal como inicialmente, e formam, portanto, sílaba para a frente as sucessões de duas consoantes que constituem perfeitos grupos, ou sejam (com exceção apenas de vários compostos cujos prefixos terminam em h, ou d: ab- legação, ad- ligar, sub- lunar, etc., em vez de a-blegação, a-dligar, su-blunar, etc.) aquelas sucessões em que a primeira consoante é uma labial, uma velar, uma dental ou uma labiodental e a segunda um l ou um r: ablução, ce- le-brar, du-plicação, re-primir; a-clamar, de-creto, de-glutição, re-grado; a-tlético, cáte-dra, períme-tro; a-fluir, a-fricano, ne-vrose.

2º) São divisíveis no interior da palavra as sucessões de duas consoantes que não constituem propriamente grupos e igualmente as sucessões de m ou n, com valor de anasalidade, e uma consoante: ab-dicar, Ed-gordo, op-tar, sub-por, absoluto, ad-jetivo, af-ta, bet-samita, íp-silon, ob-viar; des-cer, dis-ciplina, flores-cer, nas-cer, res-cisão; ac-ne, ad-mirável, Daf- ne, diafrag-ma, drac-ma, ét-nico, rit-mo, sub-meter, am-nésico, interam- nense; bir-reme, cor-roer, pror-rogar; as-segurar, bis-secular, sos- segar; bissex-lo, contex-to, ex-citar, atroz-mente, capaz-mente, infeliz- mente; am-bição, desen-ganar, en-xame, man-chu, Mân-lio, etc.

3º) As sucessões de mais de duas consoantes ou de m ou n, com o valor de nasalidade, e duas ou mais consoantes são divisíveis por um de dois meios: se nelas entra um dos grupos que são indivisíveis (de acordo com o preceito 1º), esse grupo forma sílaba para diante, ficando a consoante ou consoantes que o precedem ligadas à sílaba anterior; se nelas não entra nenhum desses grupos, a divisão dá-se sempre antes da última consoante. Exemplos dos dois casos: cambraia, ec-tlipse, em-blema, ex- plicar, in-cluir, ins-crição, subs-crever, trans-gredir; abs-tenção, disp- neia, inters-telar, lamb-dacismo, sols-ticial, Terp-sícore, tungs-tênio.

4º) As vogais consecutivas que não pertencem a ditongos decrescentes (as que pertencem a ditongos deste tipo nunca se separam: ai-roso, cadei-ra, insti-tui, ora-ção, sacris-tães, traves-sões) podem, se a primeira delas não é u precedido de g ou q, e mesmo que sejam iguais, separar-se na escrita: ala-úde, áre-as, co-apeba, co-ordenar, do-er, flu-idez, perdo- as, vo-os. O mesmo se aplica aos casos de contiguidade de ditongos, iguais ou diferentes, ou de ditongos e vogais:

cai-ais, caí-eis, ensaí-os, flu-iu.

5º) Os digramas gu e qu, em que o u se não pronuncia, nunca se separam da vogal ou ditongo imediato (ne- gue, ne- guei; pe- que, pe- quei, do mesmo modo que as combinações gu e qu em que o u se pronuncia: á-gua, ambí-guo, averi-gueis; longín-quos, lo-quaz, quais- quer.

6º) Na translineação de uma palavra composta ou de uma combinação de palavras em que há um hífen, ou mais, se a partição coincide com o final de um dos elementos ou membros, deve, por clareza gráfica, repetir-se o hífen no início da linha imediata: ex-alferes, serená- -los-emos ou serená-los- -emos, vice- -almirante.

BASE XXI

DAS ASSINATURAS E FIRMAS

Para ressalva de direitos, cada qual poderá manter a escrita que, por costume ou registro legal, adote na assinatura do seu nome.

Com o mesmo fim, pode manter-se a grafia original de quaisquer firmas comerciais, nomes de sociedades, marcas e títulos que estejam inscritos em registro público.

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Ti Ti Ti - encerramento último capítulo: reprise no Vale a Pena Ver de Novo

 autorização especial - SATED RJ

cenografia - José Cláudio Ferreira, Eliane Heringer, Marcelo Carneiro, Maurício Rohfls

cenógrafos assistentes - Ana Aline, Ana Paula Diniz, Cristiane Fassini, Daniel Cordeiro, Joyce Tranjan, Liane do Espírito Santo, Liane Uderman, Luis Claudio Velho, Marcus Ranzani, Paulla Sales, Silvia Sávio, Thábata Magalhães

figurino - Marília Carneiro, Lúcia Daddario

consultora de estilo - Eliza Conde

figurinistas assistentes - Paula Carneiro, Regina Raposo, Marcio Maciel, Claudia Damasceno, Marianna Luz, Adriano Pitangui

equipe de apoio ao figurino - Antonio Cezar, Flávio Mattos, Rildo da Conceição, Francisco de Assis, Angelo Vieira Fintelman, Jorge Bonifácio, Márcia Déa, Márcia Epifânia, Marli Costa

direção de fotografia - Fernando Xuxa

direção de iluminação - Jandir Magalhães, Dorgival Félix, Roberto Soares

equipe de iluminação - Jorge Marcos da Silva, Marco Aurélio dos Anjos, José Prates da Silva, Erico Magalhães, Wander Pereira, Luiz Antonio Nascimento, Antonio Pimentel, Bruno Braga, Altino Firmino do Nascimento, Alan Vargas Alonso, Ivan Pereira, Luiz Ribeiro da Silva

direção de arte - Mário Monteiro

produção de arte - Isabela Sá

produção de arte assistente -  Danusa Pires, Teresa Pinho, Laura Sá, Renata Gomes, Camila Delamonica

equipe de apoio a arte - Uibirá Moreira, Marcos Tadeu de Paula Rebelo, Sérgio Hélcio De Moraes, Carlos Nelson Rodrigues de Oliveira, Carlos Vinícius Silva de Oliveira, Mauricio Moreira, Adriana Cantarino Credie, Odir Coelho, Raquel Moderno

produção de elenco - Nelson Fonseca

coreografia - Fly

instrutora de dramaturgia - Andréa Cavalcanti

consultoria musical - Hermano Vianna

produção musical - Mú Carvalho

direção musical - Mariozinho Rocha

consultoria de dublagem - Marly Santoro de Brito

desenho de caracterização - Alê Souza

caracterização - Sérgio Azevedo

equipe de apoio a caracterização - Adélia Telles, Ancelmo Saffi, André Ricardo, Hector Adrian, Vera Lucia Costa, Luciano de Loreto, José Guedes, Luzia Pereira, Rômulo Aguiar, Paulo César

edição - Ubiraci de Motta, Ghynn Paul, André Leite, Wilson Fragoso, César Chaves, Mauriceu Migon

colorista - Wagner Costa

sonoplastia - Thanus Chalita, Renato Muniz, Marco Salles

efeitos sonoros - Eduardo Silva, Adailton Bernardes, Ricardo Cadila, Nelson Seródio

mixagem - Marco Villa Nova

efeitos visuais - Eduardo Halfen, Enrico Guarischi

videografismo - Alessandra Ovídio

efeitos especiais - Vitor Quintella

abertura - Hans Donner, Alexandre Pit Ribeiro, Roberto Stein

ilustração da abertura - Mello Menezes

direção de imagem - Guto Leccioli

câmeras - externa e estúdio - Marcos Siqueira, Lizanias Azevedo, Alexandre Alves Tavares, Cristiano Barroso, Ana Cristina Leccioli, Marcus Vinícius Carneiro de Oliveira, João Ricardo Duarte Gomez

equipe de apoio a operação de câmera - Vladimir Estanislau, Arismar Ferreira Junior, André Gomes, Osvaldo Leonardi, Washington Rodrigues, Vinícius Leandro, Pedro Henrique Índio

equipe de vídeo - Jorge Luiz Menezes, Cláudio da Silva Sargo, Alex Gomes, Reginaldo Silveira

equipe de áudio - Alexandre Magalhães, Joaquim Marcelo de Oliveira, Ricardo José Fonseca, Renato Ignácio dos Santos, Flávio Martins, Ricardo Manfrinato, Alexandre Lins, Evandro Sardinha

supervisor e op. sistema - Marcos Lourenço

gerente de projetos - Marco Tavares

produção de cenografia - Eduardo Areal

equipe de cenotécnica - Carlos Lemgruber, Cristiano Henrique, Rosalie Anne, Patricia Mota, Ademilson Rodrigues, Andre Luis Moraes, Flávio Cesar Dias, Helio Costa, João Carlos Araujo, Jorge Joe, Elizeu Antonio, Sidnei Becalito, Luzoneto Julio, Gilberto Lima, Erotildes Santos, Sergio Teixeira, Alexandre Davilla, Di Stefano, Sergio Ferreira, Jorge Marcos, Rômulo Cardoso, Eduardo Almeida, Altamir Oliveira, Geraldo Jorge, Sergio Ricardo, Geraldo Rodrigues, Marcelo Batista, Luis Carlos Silva, Alexsandro Barbosa, Luis Augusto Farias, José Domingos, Sergio Marco, Izaumir Costa, Willian Felinto, Pedro Pereira, Paulo Henrique, Jorge Marcos, Vandeli Peixoto, Edson Pinto, Gerson Alves, Josué Jovencio, Gaudêncio Wanderley, Robson Silva, Tatiana Albuquerque, Ronaldo Lopes

supervisão de produção de cenografia - Andre Luis Lopes, Attom Gustavo, Edgard Oliveira, Gilmar Bela, Marco Vasconcellos, Paulo Meirelles, Vilma Marinho

pesquisa de texto - Juliano Righetto

pesquisa de imagem - Madalena Prado de Mendonça

consultoria - Virgínia Casé

continuidade - Vanilda Teles, Elba Kurosawa, Izabella Cid, Eliete Rego, Anna Cláudia

assistentes de direção - Ana Paula Guimarães, Marcus Jardym, Mariana Richard, Lyara Oliveira, Pedro Brenelli, Laura Flaksman

produção de engenharia - Marcelo Bette

equipe internet - Fernanda Almeida, Juliana Lessa, Cristina Cople, Paula Paiva, Ana Carolina Brito, Janaína Medeiros, Juliana Saboya, Paulo Eduardo, Thiago Fontolan

equipe de produção - Alice Herlanger, Andre Filho, Camila Rizzo, Chantal Goldfinger, Daniela Albuquerque, Giulia Grillo, Grazieli Trentin, Luis Fernando Carvalho, Marco Damiano, Margareth Azeredo, Maria Fernandes, Marina Velloso, Paula Dias, Sandro Pranto

coordenação de produção - Rodrigo Leão

supervisão executiva de produção - Cláudio Diniz, Mariana Pinheiro, João Romita, William Barreto, Adriane Lemos

supervisão executiva de produção de linha - Gilberto Nunes

produção executiva - Isabel Ribeiro

gerência de operações - Augusto Seixas

gerência de produção - Simone Lamosa

núcleo - Jorge Fernando

merchandising - Casa do Pão de Queijo

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Coisas que aprendi com minha mãe

 1 - Me responde de novo e te arrebento os dentes!

2 - Se você e seu irmão querem se matar, vão lá pra fora. Acabei de limpar a casa!

3 - Eu te ajeito nem que seja na pancada!

4 - Se eu digo que é assim, é assim e ponto final. Quem é que manda aqui?

5 - Continua chorando que eu vou dar uma razão verdadeira pra você chorar!

6 - Espera só seu pai chegar em casa!

7 - Calma, quando a gente chegar em casa você vai ver!

8 - Olha pra mim, me responda quando eu fizer uma pergunta!

9 - Se cair dessa árvore, você vai quebrar o pescoço e eu vou te dar uma surra!

10 - Para de ficar vesgo! Se bater um vento você pode ficar assim pra sempre!

11 - Como acha que você nasceu?

12 - Se você não comer isso, os bichos que têm dentro de você vão te comer tudinho!

13 - Você pensa que nasceu de família rica?

14 - Quando tiver minha idade, você vai entender!

15 - Um dia você vai ter filhos e espero que eles façam o mesmo que você faz para mim, aí você vai ver o que é bom pra tosse!

16 - Fecha a boca pra comer!

17 - É melhor você rezar pra essa mancha sair da sua camisa!

18 - Se rabiscar de novo, eu esfrego seu nariz na parede!

19 - Faça uma pergunta tolerância zero e vai ter uma resposta pior ainda!

20 - Escreva direito, não quero garrancho!

21 - Só vai ter sobremesa se comer tudo!

22 - Olha essa orelha, que nojo!

23 - Não resmungue, me diga por que você fez isso!

24 - Vai ficar sentado até comer toda essa comida!

25 - Se não abaixar esse volume, eu vou aí e quebro essa discoteca!

26 - Junta agora esses brinquedos, um por um, ou vou jogar tudo no lixo!

27 - Se eu for aí e você não tiver terminado essa tarefa, você já sabe!

28 - Vou contar até dez, se isso não aparecer, você vai ver!

29 - O filho do Fulano tirou 10 na prova

30 - Não interessa, pede pro seu pai!

Coisas que minha mãe me ensinou

 1 - O que tem pra comer? Comida!

2 - Reza pra essa mancha sair da sua roupa!

3 - Você pensa que eu sou caixa eletrônico?

4 - Você é igualzinho ao seu pai!

5 - Passou um furacão no seu quarto?

6 - Se não comer agora, é o que vai ter pra jantar!

7 - Você pensa que eu sou sua empregada?

8 - Recolhe esses brinquedos ou vou doar para os pobres!

9 - Fecha a boca e come!

10 - Porque eu disse e pronto!

11 - Me responde outra vez e faço você comer esse chinelo!

12 - Algum dia você vai me agradecer!

Anvisa discute regulamentação de cigarro eletrônico, nesta sexta-feira

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária vai se reunir nesta sexta-feira (1º), para avaliar se coloca em consulta p...